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Práticas médicas do Egito Antigo que são usadas até hoje

Publicado por Casa Egipcia em 20/07/2017 às 00h24

A medicina no Egito Antigo estava inevitavelmente misturada com a magia. Na época, não havia uma linha clara que demarcasse os limites entre a ciência e a religião.

Egito antigo


Com frequência, acreditava-se que as doenças haviam sido enviadas pelos deuses como uma espécie de castigo ou que eram espíritos maus que estavam no corpo da pessoa e tinham de ser expulsos por meio de rituais, feitiços e amuletos.

Mas tudo isso era conjugado com uma medicina bastante prática - e alguns dos métodos utilizados na época sobreviveram ao passar do tempo.

Ainda que suspeite-se que muito conhecimento tenha se perdido com infortúnios como o desaparecimento da Biblioteca Real de Alexandria, sabe-se que a rica cultura egípcia, que floresceu por mais de 3 mil anos antes de Cristo, era muito avançada.

Ainda assim, não deixa de ser surpreendente o que sabiam no campo da Medicina, como por exemplo:

Cirurgia

Egito antigo

Mumificação permitiu aos egípcios antigos conhecerem a anatomia humana

Os egípcios antigos aprenderam muito sobre a anatomia humana graças à tradição de mumificação. Ao preparar os mortos para sua viagem rumo ao além, podiam analisar as partes do corpo e associá-las com as doenças que a pessoa havia contraído em vida.

Isso permitiu que entendessem o suficiente do assunto para fazer cirurgias, sinais das quais podem ser encontrados nas múmias, desde a perfuração de crânios até a remoção de tumores.

Tratamentos Dentários

Egito Antigo

Hesire, um alto funcionário do rei Zoser, era o chefe de dentistas e médicos em 2700 a.C.

Por mais que se esforçassem em limpar e moer bem os grãos para fazer farinha, restavam pequenos pedaços de pedras na comida, assim como um pouco de areia do deserto. Isso desgastava os dentes e podia levar ao surgimento de buracos e infecções.

No Papiro Ebers, um dos tratados médicos mais antigos conhecidos, há várias receitas de preenchimentos e bálsamos. Uma delas descreve como tratar um "dente que coça até a abertura da pele": uma parte de cominho, outra de resina de incenso e uma de fruta.

Algumas receitas incluíam mel, que é antisséptico. Em outros casos, simplesmente tapavam os buracos com linho.

Próteses

Egito Antigo

Próteses eram úteis tanto para os vivos quanto para os mortos

Os egípcios antigos precisavam de próteses tanto para os vivos quanto para os mortos - e talvez fossem até mais importantes para os mortos. Acreditava-se que, para enviar o corpo para o além, este deveria estar inteiro, daí a importância da mumificação e de completar o que faltasse antes da viagem final.

Mas também serviam para as pessoas vivas. A prótese de dedo na foto acima foi usada por uma mulher e é a mais antiga conhecida.

Circuncisão

Egito antigo

Aparentemente, a circuncisão era feita quando o medido entrava na idade do 'uso da razão' (entre 8 e 11 anos)

A circuncisão é praticada ao longo da história por várias sociedades por razões médicas e/ou religiosas. No Egito Antigo, era bastante comum, tanto que o pênis não circuncidado era visto como algo curioso.

Há escritos descrevendo a fascinação dos soldados egípcios com os pênis dos povos líbios que haviam conquistado. Eles contam, com frequência, que essas pessoas eram levadas para casa pelos egípcios para que seus conhecidos pudessem ver suas partes íntimas.

Sistema médico controlado pelo governo

Egito antigo

Manuais médicos registravam doenças e tratamentos

O acesso ao cuidado médico era controlado de perto pelo governo no Egito Antigo. Havia institutos que treinavam os médicos, que eram educados segundo um currículo específico. Esses locais também recebiam pacientes e os tratavam.

Havia manuais médicos, como o já mencionado Papiro Ebers, no quais eram registrados doenças e tratamentos. Além disso, há descrições de acampamentos médicos instalados próximos de canteiros de obras para atender os operários que sofriam acidentes.

Ainda há indícios de que, se o acidente ocorria no trabalho e a pessoa não podia trabalhar por causa disso, o operário recebia um pagamento durante o período de enfermidade.

Categoria: Egito

Pirâmide de 3.700 Anos Encontrada no Egito Recentemente

Publicado por Casa Egipcia em 29/05/2017 às 21h48
piramide egito descoberta

Arqueólogos egípcios encontraram as estruturas internas de uma pirâmide de 3.700 anos de idade. Os restos foram achados próximos à Pirâmide Curvada, na necrópole de Dahchur, a 40 quilômetros do Cairo.

As ruínas formam um corredor que leva a uma espécie de lobby localizado acima do chão. Uma rampa está anexada ao lado dele e em várias das paredes hieroglifos estão gravados.

Dado às inclinações mais encurvadas nas laterais da estrutura, a equipe acredita que ela seja uma primeira tentativa de construir uma pirâmide mais encurvada. Os pesquisadores estão tentando calcular a área total ocupada pela construção.

O Ministério das Antiguidades no Egito, anunciou que as peças encontradas estão em boas condições e que os pesquisadores continuarão as escavações além de tentarem decifrar os hieroglifos das paredes da pirâmide.

A necrópole de Dashur era conhecida por ser utilizada como cemitério para pessoas da alta sociedade egípcia. Lá também foi construída a primeira pirâmide lisa, a Pirâmide Vermelha, de 104 metros de altura, feita sob as ordens do faraó Seneferu. Sob suas ordens também foi construída a Pirâmide Curvada e seu filho, Quéops, foi quem ordenou a construção da Grande Pirâmide de Gizé

 

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Categoria: Egito

Bruno de Luca explora o Cairo - Egito

Publicado em 12/05/2017 às 12h49

Bruno de Luca explora o Cairo. Faz um passeio no Rio Nilo com a Miss Egípcia de 2014. Em Saladino, vê uma das melhores vistas do Cairo e vai para sua primeira balada no Egito no Cairo Jazz Club.

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Categoria: Egito

Cinema Abandonado no Meio de um Deserto no Egito

Publicado por Casa Egipcia em 26/02/2017 às 13h16

A sala ao ar livre fica localizada na Península de Sinai

Durante uma viagem ao Egito, o fotógrafo estoniano Kaupo Kikkas produziu imagens incríveis que retratam uma sala de cinema com cara de fim de mundo.

A sala ao ar livre fica localizada na Península de Sinai, aos pés de uma montanha desértica.
O local é cheio de cadeiras diante de uma tela que mais parece uma vela de navio, como você vai poder ver nas imagens mais abaixo.

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Cinema no deserto (Crédito: Kaupo Kikkas)

De acordo com o próprio fotógrafo, em informação publicada em seu site, o cinema a céu aberto em pleno deserto não é uma construção muito antiga, e o responsável por ela é um homem da França, que tinha grandes planos com o local. Os assentos e um gerador foram transportados do Cairo.

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Cinema no deserto (Crédito: Kaupo Kikkas)

Tudo seguia como o francês havia planejado, exceto por um pequeno detalhe: os moradores das regiões próximas não gostaram nada da ideia e resolveram sabotar o gerador. O projeto nunca apresentou nem mesmo um filme e o tal cinema não passa de uma reunião de cadeiras em meio ao deserto.

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Cinema no deserto (Crédito: Kaupo Kikkas)

 

 

Fonte: www.meionorte.com - com informações do Megacurioso

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Categoria: Egito

Dança do Ventre Não é Só para Mulheres

Publicado por Casa Egipcia em 30/12/2016 às 20h52

EGITO DANÇA VENTRE DANÇARINO
Dança do ventre não é só para mulheres, defende dançarino egípcio.

 O dançarino egípcio de dança do ventre Khalil Khalil quer quebrar "o conceito errado" que liga esta dança sensual exclusivamente às mulheres e já ganhou a aceitação do público no Egito, onde se dedica de forma profissional a esta arte.

Seu segredo, conforme disse à Agência Efe em entrevista, está em saber se adaptar: "Quando você está diante de um público tem que saber com quem está e o que gosta, para não gerar rejeição, e a partir disso, começar a subir até o ponto que o que faz agrada esse público".

Nascido há 29 anos na Argentina e filho de árabes, ele se expressa com a mesma paixão com a qual se movimenta no palco, mas também com a mesma cautela, por causa de sua particular condição de dançarino do ventre.

"Como homem, no Egito sou muito cuidadoso com todos os detalhes", afirmou, antes de explicar a importância da atitude e da busca de cumplicidade com o público, especialmente nesse país, onde dança em casamentos e festas, tanto para homens como para mulheres.

Um dos detalhes que estuda sempre com extremo cuidado são seus trajes no palco, mas também sua aparência fora dele.

"Os figurinos que podem ser usados fora, talvez aqui sejam muito destapados e muito sensuais", explicou o dançarino, antes de acrescentar que é ele mesmo que desenha sua roupa, embora conte para isso com o apoio de um estilista profissional.

Para ele, o importante quando um artista sobe ao palco para distrair o público com esta dança oriental não é seu sexo, mas "a encenação".

O jovem artista lembra as dançarinas dos anos 40, 50 e 60 no Egito, como Tahia Carioca, Samia Gamal e Naywa Fouad, entre outras que não só brilharam nos palcos, como no cinema.

Mas ele destaca que a partir dos anos 70, no Cairo, começou uma progressiva marginalização desta arte, que ele atribui ao crescimento enorme experimentado pela capital com a chegada de imigrantes do Egito rural.

"A sociedade egípcia tem evoluído com o tempo. Na verdadeira época da dança, ela era muito respeitada", disse Khalil, que tem a esperança de que a sociedade conservadora atual possa reverter essa involução em algum momento.

Por enquanto, e sempre inspirado nas estrelas imortais da dança, considera que ele mesmo está contribuindo para mudar essa tendência, conseguindo que o espectador egípcio o respeite e evitando "provocar rejeição" entre seu público.

No entanto, Khalil não se refere diretamente às dificuldades que enfrentam os profissionais da dança do ventre no Egito, onde, especialmente as mulheres, são mal vistas pela sociedade e em alguns casos têm que dançar em locais onde se pratica a prostituição.

Khalil, que não evitou nenhuma pergunta, mas estudou cada uma de suas respostas, assegurou que o dançarino é uma pessoa antes de ser artista: "Você não pode pretender no palco ser um artista de alto nível, se fora do palco é outra coisa", acrescentou.

"Por isso, a elegância e a classe, e a maneira de se comunicar, vem de baixo, e quem sobe ao palco é a pessoa, não um personagem", acrescentou.

Suas coreografias seguem o ritmo marcado pela música e pela canção: "Tenho uma estrutura e uma organização", explicou, mas ao mesmo tempo, "mudança, improvisamento e o aspecto lúdico (...) para não me entediar".

Estas variações, servem para melhorar e polir seu espetáculo, que do Egito viajou para países como China, Argentina e Chile, onde diz que teve boa acolhida e cada vez ganha mais fama, graças a "saber se adaptar a cada público em cada continente", disse.

"A dança evolui com sua pessoa, ou seja, você evolui como ser humano e também evolui sua forma de se expressar e se comunicar. É um processo interno, que vem de dentro para fora", explicou Khalil.

Dedicado totalmente à dança, ele revelou que não precisa se ater a um horário ou a um plano de ensaio, mas se exercita em qualquer momento do dia, quando o corpo pede.

Além disso, o dançarino afirmou que ninguém concorre com ele nos palcos, não porque seja um dos poucos homens que se dedicam profissionalmente à dança do ventre, mas porque - segundo disse - é "completamente diferente em todos os níveis".

 

Fonte: Portal Terra

Categoria: vários

Arqueólogos Descobrem Múmia Intacta no Egito

Publicado por Guia Vila Leopoldina em 16/11/2016 às 13h50
MUMIA EGITO LUXOR ANTIGUIDADE

Sarcófago contendo a múmia encontrada perto de Luxor - Ministério de Antiguidades do Egito / AFP

Arqueólogos espanhóis descobriram uma múmia faraônica milenar, “em muito bom estado”, em uma tumba perto de Luxor, sul do Egito, anunciou neste domingo o Ministério de Antiguidades.

A descoberta aconteceu perto de um templo construído pelo faraó da XVIII dinastia Tutmés III (1479-1425 a.C.) no leste de Luxor, um museu a céu aberto a 700 km do Cairo.

“A múmia, muito bela, coberta por camadas de linho engessadas, está em muito bom estado”, segundo o comunicado do ministério.

Ela foi encontrada em um sarcófago de madeira de cores vivas, em uma tumba que poderia ser do Terceiro Período Intermediário (1075 a 664 a.C.) e cujo proprietário seria um homem da nobreza, Amenrenef, que leva o título de “servidor da casa real”, segundo o texto.

Luxor, cidade de 500 mil habitantes no sul do Egito, é famosa por seus templos faraônicos às margens do Nilo.

Categoria: Egito

Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos egípcios

Publicado por Casa Egipcia em 10/11/2016 às 13h49

Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos egípcios antigos Egito

Uma equipe de cientistas está intrigada com o mural de mais de 120 imagens de antigos barcos egípcios que descobriu como ornamentos no interior de uma construção que acolheu uma barca funerária em Abidos, no Egito.

As escavações que arrancaram no local em 2014 permitiram detectar “um extenso altar” com as “ilustrações de 120 naves faraônicas” numa construção de mais de 3.800 anos, localizada perto do túmulo do Faraó Senusret III, conforme destaca o artigo publicado no International Journal of Nautical Archaeology.

O painel de desenhos se encontra numa “edificação subterrânea, abobadada, preparada especialmente” para acolher o enterro de um pequeno barco que data do reino de Senusret III, por volta de 1850 a.C..

A equipe de arqueólogos liderada por Josef Wegner, curador do Museu Penn da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, só encontrou “restos” de algumas tábuas desta barca funerária, mas isso lhe bastou para concluir que teria “20 metros de comprimento”.

A prática egípcia de enterrar barcos próximo dos túmulos dos faraós já é conhecida pelos historiadores e Wegner admite no artigo científico que a barca de Abidos “pode ter pertencido a um grupo de naves funerárias reais associadas com o túmulo adjacente de Senusret III”.

O grande mistério persiste agora em torno de quem é que desenhou o mural e porquê.

Para já, não é possível “responder conclusivamente” a estas dúvidas, considera Josef Wegner, em declarações citadas pelo Live Science.

O cientista acredita também que os desenhos foram feitos por várias pessoas dentro de um determinado período de tempo.

Podem ter sido elaborados pelas mesmas pessoas que construíram o barco ou por um grupo de pessoas que participavam numa cerimônia fúnebre, depois da morte de Senusret III, refere Wegner.

Os arqueólogos conseguiram descobrir que houve indivíduos a entrarem no edifício em alguma altura depois da morte do Faraó, desfazendo o barco para aproveitar as tábuas, pelo que os desenhos podem também ter sido feitos nessa altura.

A par do mural de imagens, foi ainda descoberto um depósito de 145 vasilhas de cerâmica que podem ter sido colocadas no local no âmbito de um “enterro cerimonial”, descreve Wegner no artigo científico.

Ele explica que os vasos podem ter sido usados para derramar líquido no chão, “provavelmente água” como uma “forma de fazer flutuar magicamente o barco”.

Os arqueólogos não afastam a possibilidade de o barco poder ter sido arrastado pelo deserto até Abidos, pelo que a “água e outros líquidos podem ter sido usados para lubrificar e solidificar o solo, ao longo do caminho do barco, à medida que foi puxado da planície inundada até ao seu lugar de repouso”, afiança Wegner.

Nesse caso, “os vasos cerâmicos usados na viagem podem eles próprios terem sido usados em um ritual significante e tanto o barco como os frascos foram depois enterrados juntos como objetos de internamento cerimoniais associados com os ritos mortuários reais”, conclui o arqueólogo.

 

Categoria: Egito

Trilogia Reconta Trajetória de Cleópatra

Publicado em 09/11/2016 às 14h42

Uma das mulheres mais famosas do mundo, Cleópatra subiu ao trono com 18 anos e tornou-se uma das figuras políticas mais importantes da Antiguidade. Sétima rainha com esse nome, teve que desposar seu irmão, Ptolomeu, então com dez anos de idade, para honrar a vontade de seu pai.

Da escritora norte-americana Margaret George, a coleção “As Memórias de Cleópatra” reúne três livros que revelam os segredos do Egito e da Roma Antiga e recontam a trajetória da rainha. São eles “A Filha de Ísis”, “Sob o Signo de Afrodite” e “O Beijo da Serpente”.

Em “A Filha de Ísis”, escrito em primeira pessoa, como toda a coleção, Cleópatra narra sua vida desde a infância até o assassinato de Júlio César, em Roma.

No segundo volume, “Sob o Signo de Afrodite”, Cleópatra, no auge de sua beleza e poder, descreve seu romance com o general romano Marco Antônio. Juntos, eles sonham com um novo império, ligando o Ocidente e o Oriente.

O terceiro livro da trilogia, “O Beijo da Serpente”, descreve uma Cleópatra que faz jus não só à lenda de grande beleza, mas também de mulher inteligente, cheia de planos, estratégias e ardis. Até o final, a rainha luta com todos os seus truques. Depois da crítica batalha de Accio, Marco Antônio e Cleópatra retornam ao Egito. Lá, vivem seus últimos dias e ganham uma vitória pessoal sobre Octávio, não permitindo a ele a conquista absoluta que tanto ansiou.

Foram precisos quatro anos de pesquisas em documentos e escritos antigos, também viagens ao Egito, para remontar a história de Cleópatra. Para preencher lacunas, a autora lançou mão da ficção. Mas, segundo ela, é importante saber o que é real e o que não é. “Muitas das coisas que escrevi aqui poderiam passar por invenções dramáticas, mas são, na verdade, bem documentadas”, diz.

As Memórias de Cleópatra Egito rainha“As Memórias de Cleópatra” Egito rainha

AS MEMÓRIAS DE CLEÓPATRA
AUTORA: Margaret George
EDITORA: Geração Editorial


Cairo: Café oferece quarto onde turistas podem gritar à vontade

Publicado por Casa Egipcia em 09/11/2016 às 13h13

No Egito, café oferece quarto onde turistas podem gritar à vontade

egito cairo O Quarto do Grito atração café egípcio Bab Aldonia

O Quarto do Grito é uma atração do café egípcio Bab Aldonia

Você já viveu um dia estressante e sofreu por não ter um lugar onde aliviar a tensão? Na região metropolitana da cidade egípcia do Cairo, um café chamado Bab Aldonia está oferecendo um espaço no qual as pessoas podem liberar à vontade suas raivas, frustrações e outros sentimentos ruins.

Trata-se do Quarto do Grito, onde os clientes entram e passam minutos berrando a plenos pulmões. E não é preciso ter medo de parecer histérico para outras pessoas: o recinto é coberto por isolamento acústico, o que garante total privacidade para o usuário.

"É uma boa maneira de combater o estresse", disse à CNN a proprietária do café, Heidi Radwan. "Quando o Cairo fica muito cansativo, e há muitas pessoas em volta, você pode entrar neste espaço e gritar no escuro". 

Os clientes não pagam nada para ficar se esgoelando no quarto e, lá dentro, há também instrumentos musicais acústicos, disponíveis para serem surrados com força.

O Bab Aldonia fica na Cidade 6 de Outubro, parte da zona metropolitana do Cairo, e, além de egípcios estressados, tem atraído turistas curiosos. "Pessoas de todas as partes vêm aqui só para conhecer o Quarto do Grito", conta Radwan. "Eu acho que é um tipo de espaço que começará a surgir em outros cafés do Cairo".  

Os clientes podem berrar por até 10 minutos no espaço do café Bab Aldonia.


E, apesar de abrigar atrações turísticas fascinantes, como o Museu Egípcio (onde está a Máscara de Tutancâmon) e o rio Nilo, a capital egípcia realmente pode estressar o turista com seu trânsito caótico, ritmo frenético e poluição sufocante. O café Bab Aldonia, que também oferece shows musicais e uma biblioteca com ótimos livros, pode ser uma boa opção para relaxar entre um passeio e outro.  

Gritar ajuda?

O Quarto do Grito do café Bab Aldonia pode realmente ter efeitos positivos nas pessoas. Em 2015, a Universidade Laurentian, do Canadá, realizou uma pesquisa para analisar os possíveis efeitos terapêuticos da atitude de gritar. Uma das conclusões da autora do estudo, a professora Sarah Pagnutti, foi a de que "gritar realmente produz um impacto no cérebro que pode melhorar o humor. Além disso, berrar não tem nenhum custo financeiro e é um processo natural que pode ser realizado por qualquer indivíduo". 

E você? Gostaria que algum café da sua cidade oferecesse um espaço deste tipo?

Para mais informações sobre o Bab Aldonia, acesse: www.facebook.com/babaldonia/

O Bab Aldonia também oferece uma biblioteca e shows musicais ao vivo egito cairo

O Bab Aldonia também oferece uma biblioteca e shows musicais ao vivo

 

Fonte: http://viagem.uol.com.br/

Categoria: Egito

Papiro mais antigo do Egito é exposto pela primeira vez

Publicado por Casa Egipcia em 15/07/2016 às 23h14

PAPIRO MAIS ANTIGO EGITO ÁRABE EGIPCIO EGIPCIA

O Museu Egípcio no Cairo está expondo pela primeira vez o papiro mais antigo já encontrado, que remonta à época do faraó Keops, que reinou no Antigo Egito há mais de 4.500 anos, disseram funcionários de Antiguidades na quinta-feira.

Este manuscrito excepcional foi descoberto junto com outros papiros em 2013 por uma equipe de arqueólogos franceses e egípcios na região de Wadi Al Jarf, no sudeste do Cairo, às margens do Mar Vermelho.

O documento menciona os trabalhos de construção da Grande Pirâmide de Gizé, ao oeste do Cairo.

“Trata-se do texto escrito mais velho” descoberto no Egito, disse à AFP Sayed Mahfuz, um dos arqueólogos da equipe que encontrou o papiro, que estava em pedaços. “Há mais de mil fragmentos”, acrescentou.

O objeto será exibido durante duas semanas no Museu Egípcio, que abriga as mais belas peças do tesouro faraônico do país.

Este papiro “conta o cotidiano e o estilo de vida dos operários do porto [de Wadi Al Jarf]”, segundo um comunicado do Ministério de Antiguidades.

“Conta que os operários participaram da construção da grande pirâmide” de Keops em Gizé, acrescenta a nota.

A pirâmide, construída há mais de 4.500 anos, é considerada uma das sete maravilhas do mundo da Antiguidade.

Um dos documentos era um “diário do funcionário público Merer (o amado, em língua faraônica) com estatísticas e detalhes administrativos” de seu trabalho, que mostra que o reinado de Keops durou mais de 26 anos, disse Mahfouz.

Antes da descoberta do papiro, havia poucos detalhes disponíveis sobre a duração do reinado do famoso faraó da IV dinastia.

Merer liderou uma equipe de cerca de 40 marinheiros, segundo o comunicado do Ministério de Antiguidades.

O papiro registra “o trabalho da sua equipe, que transportava blocos de pedra calcária das jazidas de Torah, na beira do Nilo, até a pirâmide de Keops, no planalto de Gizé”, de acordo com a mesma fonte.

PAPIRO MAIS ANTIGO EGITO ÁRABE EGIPCIO EGIPCIA

 

Fonte: istoe.com.br

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Categoria: Egito

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