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Descoberta na Pirâmide de Gizé pode inspirar tecnologia

Publicado por Casa Egipcia em 03/08/2018 às 22h12

Descoberta surpreendente na Grande Pirâmide de Gizé pode inspirar tecnologia do futuro

Descoberta surpreendente na Grande Pirâmide de Gizé pode inspirar tecnologia do futuro

O estudo, recentemente publicado na revista Journal of Applied Physics, é da autoria de investigadores da Universidade de Tecnologia da Informação, Mecânica e Ótica de São Petersburgo, Rússia

Um grupo de cientistas concluiu que a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, consegue concentrar energia eletromagnética dentro das suas câmaras secretas e debaixo da sua base, criando bolsas de grande energia. A descoberta pode ser particularmente importante no campo das nanopartículas e ajudar a melhorar os aparelhos tecnológicos do futuro. 

O estudo, recentemente publicado na revista Journal of Applied Physics, é da autoria de investigadores da Universidade de Tecnologia da Informação, Mecânica e Ótica de São Petersburgo, Rússia.

A pirâmide de Gizé, construída, como o nome indica, no planalto de Gizé, no terceiro milénio antes de Cristo, tem 138,8 metros e é uma das maiores e mais imponentes construções do Homem.

Sabe-se que tem pelo menos quatro grandes câmaras, uma onde estarão os restos mortais do faraó Quéops (que a mandou construir), outra onde estarão os restos mortais da mulher, uma terceira que funcionava como uma espécie de armadilha para invasores e uma quarta câmara que só foi descoberta no final do ano passado. E sabe-se também que há vários canais, várias passagens entre estas galerias.

Esta é uma obra que tem fascinado arqueólogos e cientistas desde sempre. Até porque as suas alegadas propriedades “mágicas” e a sua “capacidade de concentrar energia cósmica” têm alimentado vários mitos e lendas.

Ora, um grupo de físicos de São Petersburgo começou a analisar as propriedades físicas reais da pirâmide e chegou a conclusões surpreendentes.

Os cientistas criaram um modelo de computador da pirâmide para perceber como é que a estrutura absorvia e dispersava a energia eletromagnética. Sobre este modelo, os investigadores fizeram incidir ondas de rádio com um comprimento de onda entre 200 e 600 metros.

Os cálculos obtidos mostraram que a pirâmide interage com as ondas, consegue acumular essa energia nas suas câmaras e ainda redirecioná-la para a região do substrato. 

Com estas conclusões obtivemos resultados interessantes que podem ter aplicações práticas importantes”, afirmou Andrey Evlyukhin, coordenador da investigação. 

Os cientistas adiantam que estas conclusões poderão inspirar a criação de nanopartículas de interação com a luz para criar, por exemplo, sensores e células solares muito eficientes. Sensores e células que, por sua vez, poderão ajudar a melhorar as tecnologias do futuro. 

 

Categoria: Egito

Egito constrói no deserto a maior fazenda solar do mundo

Publicado por Casa Egipcia em 01/08/2018 às 22h02

Egito constrói, em pleno deserto, a maior fazenda solar do mundo

(FOTO: GETTY IMAGES)

A previsão é de que, até 2019, esteja concluído o complexo de 30 usinas que ajudará o país a fazer a transição de energia de combustíveis fósseis para fontes verdes

O Egito será casa da maior fazenda solar do mundo. Localizado a 650 quilômetros ao sul da cidade do Cairo, o parque solar deve ser inaugurado no ano que vem, causando uma importante mudança na produção de energia do país. Atualmente, o Egito tem mais de 90% de sua eletricidade proveniente do petróleo e do gás natural. O governo prevê que até 2025 consiga obter 42% da eletricidade a partir de fontes renováveis.

O local não fica longe de onde nasceu um sonho solar em 1913, pelas mãos do americano Frank Shuman. Para aproveitar o forte sol egípcio, ele construiu nos arredores de Cairo aquela que pode ser considerada a primeira usina térmica solar do mundo. Na época, a energia gerada chegava a bombear 6.000 galões de água do rio Nilo, o principal do país, para irrigar um campo de algodão próximo dali. A criação, porém, “foi por água abaixo” no período da II Guerra Mundial, quando houve a descoberta do petróleo barato.

De volta a 2018, as autoridades egípcias têm falado bastante do potencial do setor de energias renováveis do país, principalmente porque visam a geração de empregos e um grande crescimento. Além disso, desejam reduzir as emissões de gases na atmosfera. Recentemente, a capital Cairo foi considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a segunda cidade mais poluidora do planeta.

O complexo será operado por grandes empresas de energia do mundo e deve gerar até 1,8 gigawatts de eletricidade. Isso é o suficiente para abastecer centenas de milhares de residências e empresas. O local contará com um total de 30 usinas solares. A primeira delas começou a funcionar em dezembro e já emprega 4 mil trabalhadores.

Crise energética
O fechamento de fábricas e de estabelecimentos comerciais em geral devido a blecautes prolongados foi um dos motivos que levaram a população egípcia às ruas em 2011. A consequência dessa insatisfação social foi a destituição do presidente Mohamed Morsi, em 2013.

Hoje, a população não enfrenta mais interrupções energéticas, mas o Egito - antes um exportador de gás - precisa importar gás natural liquefeito, o que é caro, para atender a 96 milhões de habitantes. A expectativa é que a demanda por energia mais que dobre até 2030, de acordo com Victoria Cuming, da Bloomberg New Energy Finance.

 

Fonte: epocanegocios.globo.com

Categoria: Egito

25 Curiosidades sobre o Antigo Egito

Publicado por Casa Egipcia em 06/02/2018 às 00h35

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O Antigo Egito é repleto de mistérios e histórias fascinantes. Apesar de todo a atenção que dada pelo cinema e literatura para esse período da humanidade, muitas curiosidades talvez além disso não tenham chegado até você. Por isso, nesta lista você confere 25 fatos de interessantes sobre o Antigo Egito. Confira:

25. Os antigos egípcios eram muito tolerantes a problemas de ordem genética e médica. O nanismo, por exemplo, era muito comum entre eles. Entretanto, os anões eram muito respeitados. Amenemope, um faraó da 21ª Dinastia, escreveu que os cuidados pelos idosos, doentes e com problemas físicos era uma questão moral.

24. Os faraós vestiam barbas falsas, metálicas, para imitar a aparência de Osíris – que de acordo com a mitologia, tinha o dever de julgar os mortos.

23. As mulheres do Egito Antigo usavam excremento de crocodilos como método contraceptivo. Hoje sabemos que as fezes dos crocodilos são levemente alcalinas, como os espermicidas atuais. Por isso, talvez a técnica funcionasse.

22. Existe muitas indicações que apontam que os antigos egípcios eram gênios da matemática e astrologia. Foi descoberto, por exemplo, que a localização das pirâmides de Giza se alinham perfeitamente com o Cinturão de Orion.

21. Alguns faraós cobriam seus servos de mel para que as moscas ficassem presas no corpo dos escravos, e não incomodassem o faraó.

20. Os egípcios gostavam de gastar o tempo livre jogando jogos de tabuleiro. Existem vários jogos, como ‘Mehen’ e ‘Mancala’. Entretanto, o mais famoso é o ‘Senet’, um dos jogos mais antigos do mundo, datando de cerca de 3100 a.C.

19. A higiene e aparência eram muito importantes para os antigos egípcios. Os homens costumam depilar todo o corpo, e usavam flores e aromas. Como era de se imaginar, os faraós é que ficavam com as fragrâncias mais luxuosas.

18. O Rio Nilo foi de imensa importância para o Egito Antigo, já que era a principalmente fonte de água do Egito.

17. O monumento conhecido como Agulha de Cleópatra é um obelisco gigante, transportado de Alexandria para Nova Iorque em 1881. O monumento sofreu mais danos durante o curto tempo em território estadunidense do que em seus 3 mil anos no Egito. A poluição e chuvas ácidas são os imprescindíveis culpados pelos danos.

16. As mulheres, no Egito Antigo, tinham direitos praticamente iguais aos homens, à exceção de suas ocupações. As mulheres podiam casar e se divorciar com quem quisessem; podiam ficar nos empregos que quisessem, mas tinham algumas limitações; administravam propriedades; compravam e vendiam o que queriam e podiam viajar livremente.

15. Os hieróglifos levavam muito tempo para ser produzidos, e eram empregados apenas nos textos mais importantes, como inscrições em túmulos. Textos comuns eram escritos em hierático – uma forma simplificada dos hieróglifos.

14. Uma das estruturas mais famosas feitas por seres humanos, a Grande Pirâmide de Giza foi construída com aproximadamente 2,5 milhões de blocos de calcário, pesando cerca de 2,6 toneladas cada. O total de massa da pirâmide é de mais de 6,3 milhões de toneladas.

13. Um dos faraós mais famosos do Egito, Ramses II reinou o país por 60 anos, e acredita-se que tenha sido pai de 100 filhos. Ele morreu aos 90 anos, uma idade extremamente avançada para a época.

12. A palavra “faraó” pode ser traduzida para “casa grande”. Ela era utilizada para se referir ao palácio do rei e sua grandeza, e não para o rei especificamente.

11. Um dos mitos mais comuns sobre o Antigo Egito é que quando um faraó morria, suas famílias, servos e oficiais eram enterrados vivos com eles. Esse tipo de sacrifício humano realmente ocorreu algumas vezes durante a história do Egito, mas não era uma prática comum.

10. Homens e mulheres se maquiavam no Antigo Egito. Mas nem tanto por beleza, e sim para se proteger do vento e da areia, igualmente queimaduras do sol.

09. Quando um corpo humano era mumificado, todos os órgãos internos eram removidos do corpo, à exceção do coração. Os egípcios acreditavam que o coração era a fonte da sabedoria humana, igualmente as emoções, memória, alma e a personalidade.

08. Os egípcios foram os primeiros a adotar o ano de 365 dias, semelhante ao ano solar. Eles fizeram isso para saber quando o Rio Nilo iria inundar. O primeiro calendário foi feito aproximadamente em 3000 a.C.

07. As pirâmides do Egito não apenas são as mais velhas das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, mas são igualmente as únicas que sobrevivem até hoje. Um provérbio árabe captura perfeitamente a resistência das pirâmides: “O homem teme o tempo, o tempo teme as pirâmides”.

06. Os gatos eram as criaturas mais sagradas para os antigos egípcios. Quando um gato morria, cada membro da família cortava suas próprias sobrancelhas em sinal de luto. Gatos mortos ocasionalmente eram mumificados e enterrados em um cemitério especial.

05. Poucas mulheres alcançaram o status de governantes do Antigo Egito. Algumas das mais notáveis rainhas foram Nefertiti, Hatsheput, Neithikret, Sobekneferu e – a mais famosa – Cleópatra.

04. Cleópatra foi descrita como uma mulher de beleza incrível, alguém a quem era brilhante observar. Entretanto, estudos recentes baseados nos seus bustos e retratos em moedas sugerem que ela possuía uma aparência “comum”, com um visual possivelmente masculino e com nariz de gancho.

03. Um mito popular conta que foram os soldados de Napoleão que quebraram o nariz da Esfinge. Entretanto, esboços da Esfinge, criados décadas antes de Napoleão, indicam que o nariz já não estava presente há mais tempo. Mesmo hoje não sabe bem quem ou o que causou a queda do nariz do monumento.

02. Textos antigos do Egito, igualmente estudos modernos, indicam que um parasita extremamente perigoso, conhecido como “verme-da-Guiné”, era abundante na região. Uma vez que o verme está em estágio adulto, ele emerge da pele do hospedeiro. O verme pode alcançar cerca de 1m, e o processo para retirá-lo da pele é extremamente doloroso.

01. Muitas pessoas pensam que a tumba de Tutankhamon estava intacta quando Howard Carter a descobriu em 1922. Mesmo que “Tut” não tenha sido um grande faraó, seu túmulo recebeu vários tesouros valiosos. Entretanto, sua tumba não estava intacta, e já havia sido roubada várias vezes durante a antiguidade.

 

Fonte: https://boainformacao.com.br

Categoria: Egito

Práticas médicas do Egito Antigo que são usadas até hoje

Publicado por Casa Egipcia em 20/07/2017 às 00h24

A medicina no Egito Antigo estava inevitavelmente misturada com a magia. Na época, não havia uma linha clara que demarcasse os limites entre a ciência e a religião.

Egito antigo


Com frequência, acreditava-se que as doenças haviam sido enviadas pelos deuses como uma espécie de castigo ou que eram espíritos maus que estavam no corpo da pessoa e tinham de ser expulsos por meio de rituais, feitiços e amuletos.

Mas tudo isso era conjugado com uma medicina bastante prática - e alguns dos métodos utilizados na época sobreviveram ao passar do tempo.

Ainda que suspeite-se que muito conhecimento tenha se perdido com infortúnios como o desaparecimento da Biblioteca Real de Alexandria, sabe-se que a rica cultura egípcia, que floresceu por mais de 3 mil anos antes de Cristo, era muito avançada.

Ainda assim, não deixa de ser surpreendente o que sabiam no campo da Medicina, como por exemplo:

Cirurgia

Egito antigo

Mumificação permitiu aos egípcios antigos conhecerem a anatomia humana

Os egípcios antigos aprenderam muito sobre a anatomia humana graças à tradição de mumificação. Ao preparar os mortos para sua viagem rumo ao além, podiam analisar as partes do corpo e associá-las com as doenças que a pessoa havia contraído em vida.

Isso permitiu que entendessem o suficiente do assunto para fazer cirurgias, sinais das quais podem ser encontrados nas múmias, desde a perfuração de crânios até a remoção de tumores.

Tratamentos Dentários

Egito Antigo

Hesire, um alto funcionário do rei Zoser, era o chefe de dentistas e médicos em 2700 a.C.

Por mais que se esforçassem em limpar e moer bem os grãos para fazer farinha, restavam pequenos pedaços de pedras na comida, assim como um pouco de areia do deserto. Isso desgastava os dentes e podia levar ao surgimento de buracos e infecções.

No Papiro Ebers, um dos tratados médicos mais antigos conhecidos, há várias receitas de preenchimentos e bálsamos. Uma delas descreve como tratar um "dente que coça até a abertura da pele": uma parte de cominho, outra de resina de incenso e uma de fruta.

Algumas receitas incluíam mel, que é antisséptico. Em outros casos, simplesmente tapavam os buracos com linho.

Próteses

Egito Antigo

Próteses eram úteis tanto para os vivos quanto para os mortos

Os egípcios antigos precisavam de próteses tanto para os vivos quanto para os mortos - e talvez fossem até mais importantes para os mortos. Acreditava-se que, para enviar o corpo para o além, este deveria estar inteiro, daí a importância da mumificação e de completar o que faltasse antes da viagem final.

Mas também serviam para as pessoas vivas. A prótese de dedo na foto acima foi usada por uma mulher e é a mais antiga conhecida.

Circuncisão

Egito antigo

Aparentemente, a circuncisão era feita quando o medido entrava na idade do 'uso da razão' (entre 8 e 11 anos)

A circuncisão é praticada ao longo da história por várias sociedades por razões médicas e/ou religiosas. No Egito Antigo, era bastante comum, tanto que o pênis não circuncidado era visto como algo curioso.

Há escritos descrevendo a fascinação dos soldados egípcios com os pênis dos povos líbios que haviam conquistado. Eles contam, com frequência, que essas pessoas eram levadas para casa pelos egípcios para que seus conhecidos pudessem ver suas partes íntimas.

Sistema médico controlado pelo governo

Egito antigo

Manuais médicos registravam doenças e tratamentos

O acesso ao cuidado médico era controlado de perto pelo governo no Egito Antigo. Havia institutos que treinavam os médicos, que eram educados segundo um currículo específico. Esses locais também recebiam pacientes e os tratavam.

Havia manuais médicos, como o já mencionado Papiro Ebers, no quais eram registrados doenças e tratamentos. Além disso, há descrições de acampamentos médicos instalados próximos de canteiros de obras para atender os operários que sofriam acidentes.

Ainda há indícios de que, se o acidente ocorria no trabalho e a pessoa não podia trabalhar por causa disso, o operário recebia um pagamento durante o período de enfermidade.

Categoria: Egito

Pirâmide de 3.700 Anos Encontrada no Egito Recentemente

Publicado por Casa Egipcia em 29/05/2017 às 21h48
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Arqueólogos egípcios encontraram as estruturas internas de uma pirâmide de 3.700 anos de idade. Os restos foram achados próximos à Pirâmide Curvada, na necrópole de Dahchur, a 40 quilômetros do Cairo.

As ruínas formam um corredor que leva a uma espécie de lobby localizado acima do chão. Uma rampa está anexada ao lado dele e em várias das paredes hieroglifos estão gravados.

Dado às inclinações mais encurvadas nas laterais da estrutura, a equipe acredita que ela seja uma primeira tentativa de construir uma pirâmide mais encurvada. Os pesquisadores estão tentando calcular a área total ocupada pela construção.

O Ministério das Antiguidades no Egito, anunciou que as peças encontradas estão em boas condições e que os pesquisadores continuarão as escavações além de tentarem decifrar os hieroglifos das paredes da pirâmide.

A necrópole de Dashur era conhecida por ser utilizada como cemitério para pessoas da alta sociedade egípcia. Lá também foi construída a primeira pirâmide lisa, a Pirâmide Vermelha, de 104 metros de altura, feita sob as ordens do faraó Seneferu. Sob suas ordens também foi construída a Pirâmide Curvada e seu filho, Quéops, foi quem ordenou a construção da Grande Pirâmide de Gizé

 

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Categoria: Egito

Bruno de Luca explora o Cairo - Egito

Publicado em 12/05/2017 às 12h49

Bruno de Luca explora o Cairo. Faz um passeio no Rio Nilo com a Miss Egípcia de 2014. Em Saladino, vê uma das melhores vistas do Cairo e vai para sua primeira balada no Egito no Cairo Jazz Club.

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Categoria: Egito

Cinema Abandonado no Meio de um Deserto no Egito

Publicado por Casa Egipcia em 26/02/2017 às 13h16

A sala ao ar livre fica localizada na Península de Sinai

Durante uma viagem ao Egito, o fotógrafo estoniano Kaupo Kikkas produziu imagens incríveis que retratam uma sala de cinema com cara de fim de mundo.

A sala ao ar livre fica localizada na Península de Sinai, aos pés de uma montanha desértica.
O local é cheio de cadeiras diante de uma tela que mais parece uma vela de navio, como você vai poder ver nas imagens mais abaixo.

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Cinema no deserto (Crédito: Kaupo Kikkas)

De acordo com o próprio fotógrafo, em informação publicada em seu site, o cinema a céu aberto em pleno deserto não é uma construção muito antiga, e o responsável por ela é um homem da França, que tinha grandes planos com o local. Os assentos e um gerador foram transportados do Cairo.

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Cinema no deserto (Crédito: Kaupo Kikkas)

Tudo seguia como o francês havia planejado, exceto por um pequeno detalhe: os moradores das regiões próximas não gostaram nada da ideia e resolveram sabotar o gerador. O projeto nunca apresentou nem mesmo um filme e o tal cinema não passa de uma reunião de cadeiras em meio ao deserto.

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Cinema no deserto (Crédito: Kaupo Kikkas)

 

 

Fonte: www.meionorte.com - com informações do Megacurioso

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Categoria: Egito

Dança do Ventre Não é Só para Mulheres

Publicado por Casa Egipcia em 30/12/2016 às 20h52

EGITO DANÇA VENTRE DANÇARINO
Dança do ventre não é só para mulheres, defende dançarino egípcio.

 O dançarino egípcio de dança do ventre Khalil Khalil quer quebrar "o conceito errado" que liga esta dança sensual exclusivamente às mulheres e já ganhou a aceitação do público no Egito, onde se dedica de forma profissional a esta arte.

Seu segredo, conforme disse à Agência Efe em entrevista, está em saber se adaptar: "Quando você está diante de um público tem que saber com quem está e o que gosta, para não gerar rejeição, e a partir disso, começar a subir até o ponto que o que faz agrada esse público".

Nascido há 29 anos na Argentina e filho de árabes, ele se expressa com a mesma paixão com a qual se movimenta no palco, mas também com a mesma cautela, por causa de sua particular condição de dançarino do ventre.

"Como homem, no Egito sou muito cuidadoso com todos os detalhes", afirmou, antes de explicar a importância da atitude e da busca de cumplicidade com o público, especialmente nesse país, onde dança em casamentos e festas, tanto para homens como para mulheres.

Um dos detalhes que estuda sempre com extremo cuidado são seus trajes no palco, mas também sua aparência fora dele.

"Os figurinos que podem ser usados fora, talvez aqui sejam muito destapados e muito sensuais", explicou o dançarino, antes de acrescentar que é ele mesmo que desenha sua roupa, embora conte para isso com o apoio de um estilista profissional.

Para ele, o importante quando um artista sobe ao palco para distrair o público com esta dança oriental não é seu sexo, mas "a encenação".

O jovem artista lembra as dançarinas dos anos 40, 50 e 60 no Egito, como Tahia Carioca, Samia Gamal e Naywa Fouad, entre outras que não só brilharam nos palcos, como no cinema.

Mas ele destaca que a partir dos anos 70, no Cairo, começou uma progressiva marginalização desta arte, que ele atribui ao crescimento enorme experimentado pela capital com a chegada de imigrantes do Egito rural.

"A sociedade egípcia tem evoluído com o tempo. Na verdadeira época da dança, ela era muito respeitada", disse Khalil, que tem a esperança de que a sociedade conservadora atual possa reverter essa involução em algum momento.

Por enquanto, e sempre inspirado nas estrelas imortais da dança, considera que ele mesmo está contribuindo para mudar essa tendência, conseguindo que o espectador egípcio o respeite e evitando "provocar rejeição" entre seu público.

No entanto, Khalil não se refere diretamente às dificuldades que enfrentam os profissionais da dança do ventre no Egito, onde, especialmente as mulheres, são mal vistas pela sociedade e em alguns casos têm que dançar em locais onde se pratica a prostituição.

Khalil, que não evitou nenhuma pergunta, mas estudou cada uma de suas respostas, assegurou que o dançarino é uma pessoa antes de ser artista: "Você não pode pretender no palco ser um artista de alto nível, se fora do palco é outra coisa", acrescentou.

"Por isso, a elegância e a classe, e a maneira de se comunicar, vem de baixo, e quem sobe ao palco é a pessoa, não um personagem", acrescentou.

Suas coreografias seguem o ritmo marcado pela música e pela canção: "Tenho uma estrutura e uma organização", explicou, mas ao mesmo tempo, "mudança, improvisamento e o aspecto lúdico (...) para não me entediar".

Estas variações, servem para melhorar e polir seu espetáculo, que do Egito viajou para países como China, Argentina e Chile, onde diz que teve boa acolhida e cada vez ganha mais fama, graças a "saber se adaptar a cada público em cada continente", disse.

"A dança evolui com sua pessoa, ou seja, você evolui como ser humano e também evolui sua forma de se expressar e se comunicar. É um processo interno, que vem de dentro para fora", explicou Khalil.

Dedicado totalmente à dança, ele revelou que não precisa se ater a um horário ou a um plano de ensaio, mas se exercita em qualquer momento do dia, quando o corpo pede.

Além disso, o dançarino afirmou que ninguém concorre com ele nos palcos, não porque seja um dos poucos homens que se dedicam profissionalmente à dança do ventre, mas porque - segundo disse - é "completamente diferente em todos os níveis".

 

Fonte: Portal Terra

Categoria: vários

Arqueólogos Descobrem Múmia Intacta no Egito

Publicado por Guia Vila Leopoldina em 16/11/2016 às 13h50
MUMIA EGITO LUXOR ANTIGUIDADE

Sarcófago contendo a múmia encontrada perto de Luxor - Ministério de Antiguidades do Egito / AFP

Arqueólogos espanhóis descobriram uma múmia faraônica milenar, “em muito bom estado”, em uma tumba perto de Luxor, sul do Egito, anunciou neste domingo o Ministério de Antiguidades.

A descoberta aconteceu perto de um templo construído pelo faraó da XVIII dinastia Tutmés III (1479-1425 a.C.) no leste de Luxor, um museu a céu aberto a 700 km do Cairo.

“A múmia, muito bela, coberta por camadas de linho engessadas, está em muito bom estado”, segundo o comunicado do ministério.

Ela foi encontrada em um sarcófago de madeira de cores vivas, em uma tumba que poderia ser do Terceiro Período Intermediário (1075 a 664 a.C.) e cujo proprietário seria um homem da nobreza, Amenrenef, que leva o título de “servidor da casa real”, segundo o texto.

Luxor, cidade de 500 mil habitantes no sul do Egito, é famosa por seus templos faraônicos às margens do Nilo.

Categoria: Egito

Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos egípcios

Publicado por Casa Egipcia em 10/11/2016 às 13h49

Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos egípcios antigos Egito

Uma equipe de cientistas está intrigada com o mural de mais de 120 imagens de antigos barcos egípcios que descobriu como ornamentos no interior de uma construção que acolheu uma barca funerária em Abidos, no Egito.

As escavações que arrancaram no local em 2014 permitiram detectar “um extenso altar” com as “ilustrações de 120 naves faraônicas” numa construção de mais de 3.800 anos, localizada perto do túmulo do Faraó Senusret III, conforme destaca o artigo publicado no International Journal of Nautical Archaeology.

O painel de desenhos se encontra numa “edificação subterrânea, abobadada, preparada especialmente” para acolher o enterro de um pequeno barco que data do reino de Senusret III, por volta de 1850 a.C..

A equipe de arqueólogos liderada por Josef Wegner, curador do Museu Penn da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, só encontrou “restos” de algumas tábuas desta barca funerária, mas isso lhe bastou para concluir que teria “20 metros de comprimento”.

A prática egípcia de enterrar barcos próximo dos túmulos dos faraós já é conhecida pelos historiadores e Wegner admite no artigo científico que a barca de Abidos “pode ter pertencido a um grupo de naves funerárias reais associadas com o túmulo adjacente de Senusret III”.

O grande mistério persiste agora em torno de quem é que desenhou o mural e porquê.

Para já, não é possível “responder conclusivamente” a estas dúvidas, considera Josef Wegner, em declarações citadas pelo Live Science.

O cientista acredita também que os desenhos foram feitos por várias pessoas dentro de um determinado período de tempo.

Podem ter sido elaborados pelas mesmas pessoas que construíram o barco ou por um grupo de pessoas que participavam numa cerimônia fúnebre, depois da morte de Senusret III, refere Wegner.

Os arqueólogos conseguiram descobrir que houve indivíduos a entrarem no edifício em alguma altura depois da morte do Faraó, desfazendo o barco para aproveitar as tábuas, pelo que os desenhos podem também ter sido feitos nessa altura.

A par do mural de imagens, foi ainda descoberto um depósito de 145 vasilhas de cerâmica que podem ter sido colocadas no local no âmbito de um “enterro cerimonial”, descreve Wegner no artigo científico.

Ele explica que os vasos podem ter sido usados para derramar líquido no chão, “provavelmente água” como uma “forma de fazer flutuar magicamente o barco”.

Os arqueólogos não afastam a possibilidade de o barco poder ter sido arrastado pelo deserto até Abidos, pelo que a “água e outros líquidos podem ter sido usados para lubrificar e solidificar o solo, ao longo do caminho do barco, à medida que foi puxado da planície inundada até ao seu lugar de repouso”, afiança Wegner.

Nesse caso, “os vasos cerâmicos usados na viagem podem eles próprios terem sido usados em um ritual significante e tanto o barco como os frascos foram depois enterrados juntos como objetos de internamento cerimoniais associados com os ritos mortuários reais”, conclui o arqueólogo.

 

Categoria: Egito

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