Blog

Exposição “Mistérios do Antigo Egito e da Terra Santa”

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 17/07/2015 às 14h20

A exposição “Mistérios do Antigo Egito e da Terra Santa”está de volta ao Shopping Metrô Boulevard Tatuapé.

Temporada traz 20 novas peças, entre originais e réplicas, de diferentes períodos
 
Após grande sucesso, o Shopping Metrô Boulevard Tatuapé recebe novamente a exposição Mistérios do Antigo Egito e da Terra Santa. Com 20 novas peças, o evento atrai os curiosos e amantes da história. São itens de batalha e instrumentos de medicina, utensílios, entre outros objetos de aproximadamente 200 d.C. e até mesmo de 50 a.C. O evento fica no shopping até 2 de agosto, no 2º piso.
 
As peças expostas contam com painéis ilustrativos, e há monitores no local para tirar dúvidas. Visitas guiadas são realizadas aos sábados e domingos, às 16h e às 20h. Outra novidade é que, desta vez, os visitantes vão poder ter seu nome escrito em hieróglifos, escrita do Antigo Egito formada pela junção de desenhos e símbolos.
 
O ingresso é nominal e intransferível, e dá direito ao visitante de estar na exposição quantas vezes desejar, incluindo as palestras. O valor da entrada é de R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia-entrada).
 
A exposição
 
Idealizada por Maisur Musa, a exposição visa divulgar e esclarecer a verdadeira história das civilizações que deixaram seu legado para a posteridade. Artefatos e múmias com mais de 4 mil anos trazem o passado para o presente, transformando a visita em uma aula de história, independentemente da faixa etária do visitante.
 
Criada em 1995, Mistérios do Antigo Egito já percorreu 15 Estados, incluindo o Distrito Federal, e recebeu aproximadamente 2 milhões de visitantes. Desde 2009, o acervo da Terra Santa também foi incluído na mostra.
 
Ao todo, são 150 peças, das quais 83 originais e 67 réplicas. Entre as réplicas, estão a Máscara Mortuária do Faraó Tutancâmon, o Busto da Rainha Nefertiti e quatro múmias. É possível conferir uma peça original pré-histórica de aproximadamente 4500 a.C., estatuetas de deuses e utensílios como pequenos vasos de vidro romano.
 
Serviço
 
Exposição Mistérios do Antigo Egito e da Terra Santa
 
Data: até 2 de agosto
 
Horários: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 22h; e, para grupos de estudantes agendados, a partir das 8h.
 
Horários das visitas guiadas (com palestra de aproximadamente uma hora de duração): sábados e domingos, às 16h e às 20h.
 
Ingresso: o valor da entrada é de R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia-entrada). O ingresso é nominal e intransferível e dá direito ao visitante de estar na exposição quantas vezes desejar, incluindo as palestras.
 
Nome em hieróglifos: o visitante pode adquirir seu nome escrito em hieróglifos por apenas mais R$ 1,00.
Informações e agendamento de grupos de estudantes: misteriosdoantigoegito@hotmail.com / (11) 94578-3796 / (22) 2623-5235.
 
Local: Shopping Metrô Boulevard Tatuapé, 2º piso.
 
Endereço: Rua Gonçalves Crespo, esquina com a Rua Tuiuti (Integrado à Estação do Tatuapé do Metrô).
Tel.: (11) 2225-7000. 
 
Fonte: www.segs.com.br
 
egito antigo exposição shopping metrô tatuapé
 
 

 


No Ramadã, Egito tem 'despertador humano' com tambor nas ruas

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 15/07/2015 às 23h13

Durante um mês inteiro, todos os anos, um bairro egípcio é acordado na madrugada por um homem que bate tambor, canta e chama pelos nomes dos moradores. E ninguém reclama. Muito pelo contrário, todos são agradecidos a Essam Sayed, de 45 anos.

Ele é o 'mesaharati', ou o chamador do amanhecer, do bairro de Arab Ghoneim em Helwan, cidade que fica perto do Cairo, no Egito. A ajudinha de Essam para acordar os moradores é bem-vinda por causa dos jejuns do mês islâmico do Ramadã, quando muçulmanos ficam sem comer do nascer ao por do sol. Quando ainda está escuro, eles realizam a refeição conhecida como "suhour" antes de iniciar o dia.

Essam sai montado em seu burro Aziza batendo em um tamborzinho e chamando os moradores pelo nome, cantando canções.

egito ramadan árabe egipcio egipcia

Moradores acordam com a passagem do 'mesaharati' no bairro de Arab Ghoneim, em Helwan (Foto: Amr Nabil/AP)

egito ramadan árabe egipcio egipcia

Meninas usam uma lanterna tradicional para iluminar o quarto após acordarem com a passagem do chamador do amanhecer.
(Foto: Amr Nabil/AP)

egito ramadan árabe egipcio egipcia

Essam Sayed, o chamador do amanhecer do bairro, acorda moradores na madrugada para refeição durante o mês do Ramadã em Helwan, no Egito (Foto: Amr Nabil/AP)

 

fonte: g1.globo.com

 


Ator egípcio Omar Sharif, morre aos 83 anos

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 11/07/2015 às 00h50

Omar Sharif, o ator egípcio conhecido por seus papéis em filmes clássicos como "Doutor Jivago" (1965), "Lawrence da Arábia" (1962) e "Funny Girl - A Garota Genial", morreu nesta sexta-feira, 11 de julho de 2015, em um hospital no Cairo, após sofrer um ataque cardíaco no Cairo. A informação foi dada por seu agente, Steve Kenis. 

Em maio deste ano havia sido anunciado que Shariff sofria de mal de Alzheimer, em um hospital especializado para pacientes com essa doença..

Com o sucesso alcançado por "Lawrence da Arábia", Sharif se tornou o primeiro ator de origem árabe a ter fama mundial e logo se tornou um artista requisitado em Hollywood. Só em 1964 ele fez três filmes, incluindo "A Voz do Sangue" e "O Rolls-Royce Amarelo", e em 1965 foi escalado por outros três, sendo um deles "Doutor Jivago", seu primeiro papel de protagonista em um filme falado em inglês, que lhe rendeu o Globo de Ouro.

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Categoria: vários

Universidade Promove Curso Sobre Egito Antigo

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 07/07/2015 às 22h28

FAAP promove na capital paulista ciclo de palestras com um dos maiores especialistas em arqueologia egípcia do Brasil, Antonio Brancaglion Junior.

Aulas ocorrem aos sábados, entre 9h30 e 12h, começam no dia 12 de setembro e vão até novembro deste ano.

No dia 12 de setembro, será apresentado o tema das estatuárias faraônicas. Neste dia, Brancaglion vai falar sobre o costume que os egípcios mantiveram de criar estátuas de seus deuses e reis e de render culto a elas, além das técnicas e materiais usados para produzi-las. Na aula seguinte, dia 26 de setembro, será assunto o cotidiano dos egípcios da Antiguidade, a vida nas vilas e cidades, a rotina dos camponeses, artesãos e trabalhadores em geral, e a figura do faraó.

No dia 3 de outubro, Brancaglion vai falar sobre as figuras das divindades Osíris, deus dos mortos e da regeneração, e Rê, deus-sol e fonte de vida, a crença na vida, morte e renascimento e o sentido da vida para os antigos egípcios.

No dia 7 de novembro, a última aula do curso será sobre a mumificação como técnica para preservação de corpos humanos e de animais, os diferentes tipos de múmias e pesquisas feitas no Brasil sobre animais mumificados.

De acordo com Brancaglion, esse curso, que já foi promovido na FAAP no primeiro semestre, costuma atrair estudantes da universidade e de outras, além de pessoas apaixonadas por egiptologia, estudo da cultura egípcia. “Eu gosto dos cursos de extensão, as pessoas fazem perguntas diferentes, é mais divertido”, afirma o professor. Ele, que viaja seguidamente ao Egito, costuma fazer um paralelo entre o país atual e antigo. “Existe uma certa continuidade”, afirma, citando hábitos em áreas como alimentação, língua falada e arte.

O pesquisador também se propõe a fazer, nos cursos que dá, uma desconstrução do Egito Antigo que existe no imaginário dos brasileiros em geral, muito ligado a múmias, faraós e morte. Ele afirma que em função dos filmes vistos desde crianças, as pessoas pensam o Egito como todo deserto, lembram as múmias que voltam à vida e de uma sociedade voltada para a morte. “Havia pessoas, música, dança”, afirma Brancaglion.

O palestrante é diretor do Laboratório de Egiptologia do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de professor e orientador na pós-graduação em Arqueologia na instituição de ensino e curador da coleção egípcia do Museu Nacional. Ele também dá aula de Literatura Egípcia no Departamento de Letras Orientais da Universidade de São Paulo (USP) e é pesquisador visitante do IFAO, entre outras atividades.

Esporadicamente, Brancaglion faz escavações arqueológicas no Egito com seus orientandos do mestrado e do doutorado, em um complexo de tumbas na cidade de Luxor. As viagens costumam acontecer pelo menos uma vez por ano desde 2013. Ele já morou no país árabe e é um dos organizadores de uma semana de egiptologia, que ocorre anualmente na UFRJ.

O curso na FAAP surgiu da relação que Brancaglion mantém com a universidade desde que ela promoveu uma exposição sobre o Egito com acervo do Museu do Louvre e ele fez uma curadoria científica. Desde lá, o egiptólogo dá aulas esporádicas sobre o Egito na instituição de ensino, principalmente na pós-graduação em História da Arte, e ministra cursos de extensão.

Serviço

Ciclo de Palestra sobre o Egito Antigo
Dias 12 e 26 de setembro, 3 de outubro e 7 de novembro, das 9h30 às 12h
Na FAAP – Campus São Paulo, rua Alagoas, 903 – São Paulo – SP
Preço por palestra: R$ 84 (público externo) e R$ 75,60 (aluno, ex-aluno, funcionário e professor da FAAP)
Informações e inscrições: 55 (11) 3662 7034 – nucleocultura@faap.br
Site: www.faap.br/nucleocultura/palestras/egito.asp

Fonte: Agência de Notícias Brasil-Árabe

Categoria: vários

Nefertiti, a mais linda chegou!

Publicado por Casa Egipcia em 07/06/2015 às 20h19

Nascida no ano de 1380 a.C., Nefertiti, cujo nome significa ‘a mais linda chegou’, foi uma rainha egípcia da XVIII dinastia que se tornou notável por ser a esposa do faraó Amenhotep IV, conhecido como Akhenaton, responsável por substituir o culto politeísta pela reverência a um deus único, o rei-sol Aton.


Nefertiti, a mais linda chegou by Escolaonlinesp

Categoria: Egito

Letra de El Arbi ( O Árabe) - Música de Khaled

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 16/11/2014 às 22h59

♫   ♪   ♫   ♪  ♫   ♪   ♫  ♪  ♫  ♫   ♪   ♫   ♪  

"eu sou o árabe, filho do bosque e do faisão

minha amada me deixou,
na música da noite encontro o consolo

eu sou o árabe, filho da camela e do camelo
eu sou o árabe, filho do deserto e da areia"

♫   ♪   ♫   ♪  ♫   ♪   ♫  ♪  ♫  ♫   ♪   ♫   ♪  ♫  

 

 

 

Categoria: vários

Arte Egípcia

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 24/10/2014 às 14h47

Categoria: Egito

Maquiagem no Egito Antigo

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 22/10/2014 às 15h17

História da Maquiagem no Egito Antigo

Inúmeros frascos encontrados nas tumbas egípcias demonstram que os antigos egípcios já manipulavam com maestria pigmentos das cores branca, vermelha, amarela, azul, verde e preta que datam de cerca de 2500 a.C.

A composição dos produtos encontrados continha cobre, manganês, chumbo e ferro. A galena natural moída (um dos principais minerais de chumbo) também estava presente em quase todas as preparações das maquiagens de cor preta.O acréscimo de pós brancos ou sintéticos, como a cerusita, permitia aos egípcios criar uma gama de produtos que ia dos mais diversos tons de cinza ao preto. A textura destes produtos podia ser modificada com a adição de elementos oleosos. Os pós verdes e pretos usados durante os rituais egípcios serviam para tratar a pele dos sacerdotes.

As maquiagens egípcias também estavam associadas ao culto de deuses: amplamente presentes na lista das oferendas funerárias, elas contribuíam para a realização dos rituais que tinham como finalidade preservar os deuses da morte e ressuscitar os defuntos. Este contexto religioso provavelmente levou os egípcios a trabalharem o conteúdo dos cosméticos para transformá-los em verdadeiros medicamentos. Diversos sacerdotes ligados ao culto de Douaou, divindade venerada no Antigo Império, também eram oftalmologistas.

Fonte de embelezamento, elas também possuíam um valor terapêutico e as maquiagens do Antigo Império eram verdadeiros tratamentos para os olhos e a pele. 

Nos rituais de embalsamento, as maquiagens possuíam uma ação profilática e terapêutica e contribuíam para a realização do ritual de abertura da boca e dos olhos. 

Papiros médicos prescreviam receitas destinadas ao tratamento de doenças das pálpebras, da íris e da córnea. Misturas compostas de malaquita verde, galena preta, ocre vermelho, lápis lazuli azul eram aplicadas nas pálpebras como colírios.

Pós de cor preta eram feitos à base de chumbo e algumas vezes compostos a partir de óxidos de magnésio ou compostos de antimônio.

Ainda hoje a galena está presente na composição dos Kohls empregados no Oriente e na África. As pesquisas permitem atestar que os egípcios sintetizavam alguns produtos e incorporavam propriedades terapêuticas em suas preparações.

O Kohl, era uma sombra escura que era aplicada em torno do olho e proporcionava um olhar profundo aos Egípcios. Esse produto também tratava as infecções oculares através da presença de chumbo. 

A Linguagem da Maquiagem no Egito Antigo

A aparência era um elemento essencial no Egito antigo e a cor desempenhava um papel particularmente importante pois era considerada como um ser vivo: o termo ‘youn’ significava ao mesmo tempo “cor” e “o caráter de um ser humano”.

É interessante constatar que todos os Egípcios se maquiavam (homens, mulheres, crianças) de todas as classes e funções e a análise química das maquiagens encontradas nos monumentos funerários provou que este povo já possuía um grande domínio da cosmética.

A maquiagem egípcia era refinada: as formas (traços ou sombreamentos), as matérias (opacas ou cintilantes) e as cores variavam de acordo com as épocas.

Cores Predominantes: o preto e o verde

A paleta das cores do Egito antigo era amplamente colorida, mas sempre estruturada por um componente simbólico forte: 
a cor preta e a verde eram as bases sucessivas da maquiagem.

Cor da natureza, da juventude e do renascimento, o verde é a cor de Osíris, deus da terra, que foi  representado diversas vezes com o rosto verde.
A maquiagem verde, feita à base de malaquita, subsistiu até a quarta dinastia e desapareceu dando lugar à maquiagem preta, feita com galena. 

O preto é uma cor que está estreitamente ligada ao Egito. O antigo nome do país ‘KEMET’: a terra negra, vem da palavra ‘km’: ‘preto’, e ‘kmb’ significa ‘os egípcios’. O nome vem do lodo preto, muito fértil, originário do Nilo. Simboliza, na cultura egípcia faraônica, a vida, a fecundidade, o renascimento, a renovação, valores personificados pelas divindades de pele negra e pelos olhos prolongados com uma ‘gota’ do deus de céu e espírito de luz, Hórus, representado por uma cabeça de falcão (animal que possui os olhos naturalmente contornados com a cor preta e uma acuidade visual incomparável).
O olho negro de Hórus é o símbolo da integridade física, da abundância e da fertilidade, da luz e do conhecimento.
Se as maquiagens verdes e pretas predominavam, os Egípcios utilizavam também toda gama de cinzas, graças a pigmentos variados como a cerusita natural que permitia a obtenção de um pó branco que era misturado à galena negra. Outras cores também foram observadas, principalmente a azul e a cor amarela (que não possuía um nome específico no antigo Egito), mas era representada pelo dourado, o ouro, e que era a cor associada à pele dos deuses, às máscaras funerárias e à imortalidade.

cleopatra - egito

ramses - egito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: boudoirdamaquiagem.blogspot.com.br



Categoria: Egito

Veja o Egito Antigo no Google Street View

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 13/10/2014 às 11h19

O Google Street View agora permite que usuários explorem o Egito antigo através do computador.

Estão no catálogo do Google Maps monumentos históricos como a Pirâmide de Quéops e a Esfinge de Gizé.

Conheça os monumentos em fotos 360º.

http://www.techtudo.com.br/noticias

Categoria: Egito

25 Diferentes maneiras de usar lenço

Publicado por Monica Elshenawy em 09/08/2014 às 19h27

 

em breve teremos muitos lenços do Egito!

 

Categoria: vários

left show tsN fwR bsd c15nwse b02s|left tsN fwR bsd b02s c15sw|left fwR bsd b02s c15e show|c05||image-wrap|news fwB tsN fwR tsY b01 c05 bsd|normalcase fsN fwR b01 bsd c05|b01 c05 bsd|news login normalcase fwR b01 c05 bsd|b01 bsd fsN normalcase tsN fwR c05|b01 normalcase c05 bsd|content-inner||