Egito

Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos egípcios

Publicado por Casa Egipcia em 10/11/2016 às 13h49

Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos egípcios antigos Egito

Uma equipe de cientistas está intrigada com o mural de mais de 120 imagens de antigos barcos egípcios que descobriu como ornamentos no interior de uma construção que acolheu uma barca funerária em Abidos, no Egito.

As escavações que arrancaram no local em 2014 permitiram detectar “um extenso altar” com as “ilustrações de 120 naves faraônicas” numa construção de mais de 3.800 anos, localizada perto do túmulo do Faraó Senusret III, conforme destaca o artigo publicado no International Journal of Nautical Archaeology.

O painel de desenhos se encontra numa “edificação subterrânea, abobadada, preparada especialmente” para acolher o enterro de um pequeno barco que data do reino de Senusret III, por volta de 1850 a.C..

A equipe de arqueólogos liderada por Josef Wegner, curador do Museu Penn da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, só encontrou “restos” de algumas tábuas desta barca funerária, mas isso lhe bastou para concluir que teria “20 metros de comprimento”.

A prática egípcia de enterrar barcos próximo dos túmulos dos faraós já é conhecida pelos historiadores e Wegner admite no artigo científico que a barca de Abidos “pode ter pertencido a um grupo de naves funerárias reais associadas com o túmulo adjacente de Senusret III”.

O grande mistério persiste agora em torno de quem é que desenhou o mural e porquê.

Para já, não é possível “responder conclusivamente” a estas dúvidas, considera Josef Wegner, em declarações citadas pelo Live Science.

O cientista acredita também que os desenhos foram feitos por várias pessoas dentro de um determinado período de tempo.

Podem ter sido elaborados pelas mesmas pessoas que construíram o barco ou por um grupo de pessoas que participavam numa cerimônia fúnebre, depois da morte de Senusret III, refere Wegner.

Os arqueólogos conseguiram descobrir que houve indivíduos a entrarem no edifício em alguma altura depois da morte do Faraó, desfazendo o barco para aproveitar as tábuas, pelo que os desenhos podem também ter sido feitos nessa altura.

A par do mural de imagens, foi ainda descoberto um depósito de 145 vasilhas de cerâmica que podem ter sido colocadas no local no âmbito de um “enterro cerimonial”, descreve Wegner no artigo científico.

Ele explica que os vasos podem ter sido usados para derramar líquido no chão, “provavelmente água” como uma “forma de fazer flutuar magicamente o barco”.

Os arqueólogos não afastam a possibilidade de o barco poder ter sido arrastado pelo deserto até Abidos, pelo que a “água e outros líquidos podem ter sido usados para lubrificar e solidificar o solo, ao longo do caminho do barco, à medida que foi puxado da planície inundada até ao seu lugar de repouso”, afiança Wegner.

Nesse caso, “os vasos cerâmicos usados na viagem podem eles próprios terem sido usados em um ritual significante e tanto o barco como os frascos foram depois enterrados juntos como objetos de internamento cerimoniais associados com os ritos mortuários reais”, conclui o arqueólogo.

 

Categoria: Egito

Cairo: Café oferece quarto onde turistas podem gritar à vontade

Publicado por Casa Egipcia em 09/11/2016 às 13h13

No Egito, café oferece quarto onde turistas podem gritar à vontade

egito cairo O Quarto do Grito atração café egípcio Bab Aldonia

O Quarto do Grito é uma atração do café egípcio Bab Aldonia

Você já viveu um dia estressante e sofreu por não ter um lugar onde aliviar a tensão? Na região metropolitana da cidade egípcia do Cairo, um café chamado Bab Aldonia está oferecendo um espaço no qual as pessoas podem liberar à vontade suas raivas, frustrações e outros sentimentos ruins.

Trata-se do Quarto do Grito, onde os clientes entram e passam minutos berrando a plenos pulmões. E não é preciso ter medo de parecer histérico para outras pessoas: o recinto é coberto por isolamento acústico, o que garante total privacidade para o usuário.

"É uma boa maneira de combater o estresse", disse à CNN a proprietária do café, Heidi Radwan. "Quando o Cairo fica muito cansativo, e há muitas pessoas em volta, você pode entrar neste espaço e gritar no escuro". 

Os clientes não pagam nada para ficar se esgoelando no quarto e, lá dentro, há também instrumentos musicais acústicos, disponíveis para serem surrados com força.

O Bab Aldonia fica na Cidade 6 de Outubro, parte da zona metropolitana do Cairo, e, além de egípcios estressados, tem atraído turistas curiosos. "Pessoas de todas as partes vêm aqui só para conhecer o Quarto do Grito", conta Radwan. "Eu acho que é um tipo de espaço que começará a surgir em outros cafés do Cairo".  

Os clientes podem berrar por até 10 minutos no espaço do café Bab Aldonia.


E, apesar de abrigar atrações turísticas fascinantes, como o Museu Egípcio (onde está a Máscara de Tutancâmon) e o rio Nilo, a capital egípcia realmente pode estressar o turista com seu trânsito caótico, ritmo frenético e poluição sufocante. O café Bab Aldonia, que também oferece shows musicais e uma biblioteca com ótimos livros, pode ser uma boa opção para relaxar entre um passeio e outro.  

Gritar ajuda?

O Quarto do Grito do café Bab Aldonia pode realmente ter efeitos positivos nas pessoas. Em 2015, a Universidade Laurentian, do Canadá, realizou uma pesquisa para analisar os possíveis efeitos terapêuticos da atitude de gritar. Uma das conclusões da autora do estudo, a professora Sarah Pagnutti, foi a de que "gritar realmente produz um impacto no cérebro que pode melhorar o humor. Além disso, berrar não tem nenhum custo financeiro e é um processo natural que pode ser realizado por qualquer indivíduo". 

E você? Gostaria que algum café da sua cidade oferecesse um espaço deste tipo?

Para mais informações sobre o Bab Aldonia, acesse: www.facebook.com/babaldonia/

O Bab Aldonia também oferece uma biblioteca e shows musicais ao vivo egito cairo

O Bab Aldonia também oferece uma biblioteca e shows musicais ao vivo

 

Fonte: http://viagem.uol.com.br/

Categoria: Egito

Papiro mais antigo do Egito é exposto pela primeira vez

Publicado por Casa Egipcia em 15/07/2016 às 23h14

PAPIRO MAIS ANTIGO EGITO ÁRABE EGIPCIO EGIPCIA

O Museu Egípcio no Cairo está expondo pela primeira vez o papiro mais antigo já encontrado, que remonta à época do faraó Keops, que reinou no Antigo Egito há mais de 4.500 anos, disseram funcionários de Antiguidades na quinta-feira.

Este manuscrito excepcional foi descoberto junto com outros papiros em 2013 por uma equipe de arqueólogos franceses e egípcios na região de Wadi Al Jarf, no sudeste do Cairo, às margens do Mar Vermelho.

O documento menciona os trabalhos de construção da Grande Pirâmide de Gizé, ao oeste do Cairo.

“Trata-se do texto escrito mais velho” descoberto no Egito, disse à AFP Sayed Mahfuz, um dos arqueólogos da equipe que encontrou o papiro, que estava em pedaços. “Há mais de mil fragmentos”, acrescentou.

O objeto será exibido durante duas semanas no Museu Egípcio, que abriga as mais belas peças do tesouro faraônico do país.

Este papiro “conta o cotidiano e o estilo de vida dos operários do porto [de Wadi Al Jarf]”, segundo um comunicado do Ministério de Antiguidades.

“Conta que os operários participaram da construção da grande pirâmide” de Keops em Gizé, acrescenta a nota.

A pirâmide, construída há mais de 4.500 anos, é considerada uma das sete maravilhas do mundo da Antiguidade.

Um dos documentos era um “diário do funcionário público Merer (o amado, em língua faraônica) com estatísticas e detalhes administrativos” de seu trabalho, que mostra que o reinado de Keops durou mais de 26 anos, disse Mahfouz.

Antes da descoberta do papiro, havia poucos detalhes disponíveis sobre a duração do reinado do famoso faraó da IV dinastia.

Merer liderou uma equipe de cerca de 40 marinheiros, segundo o comunicado do Ministério de Antiguidades.

O papiro registra “o trabalho da sua equipe, que transportava blocos de pedra calcária das jazidas de Torah, na beira do Nilo, até a pirâmide de Keops, no planalto de Gizé”, de acordo com a mesma fonte.

PAPIRO MAIS ANTIGO EGITO ÁRABE EGIPCIO EGIPCIA

 

Fonte: istoe.com.br

Curta nossa Fanpage: www.facebook.com/casaegipcia/

Categoria: Egito

Material da adaga no túmulo de Tutankamon veio do espaço

Publicado por Casa Egipcia em 14/06/2016 às 21h38

egito adaga faraó

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A descoberta do túmulo de Tutankamon, em 1922, abriu uma nova era no estudo do Antigo Egito, mas passado quase um século, o túmulo do rapaz-faraó continua a ser fonte de surpresas para os cientistas. Desta vez, a novidade é esta: o ferro da lâmina de uma das adagas encontradas junto da múmia é extraterrestre. Mais de 3300 anos antes de Cristo, os construtores do túmulo usaram o material de um meteorito para homenagear o seu faraó morto, presenteando-o com um requintado objeto fúnebre que, literalmente, veio do espaço.

A descoberta foi feita por um grupo de investigadores italianos e egípcios, dos Politécnicos de Milão e de Turim, da Universidade de Pisa e do Museu Egípcio do Cairo, que usaram uma técnica não invasiva de espectrometria por fluorescência de raios X para analisar o material. E o que verificaram é que ele tem na sua composição os altos teores de níquel que só existem nos meteoritos, confirmando assim a origem extraterrestre do material da lâmina.

Encontrada em 1925, três anos depois da descoberta do próprio túmulo, a adaga, cujo punho está finamente decorado e recoberto a ouro, com um cristal incrustado, e que se encontra hoje depositada no Museu Egípcio do Cairo, chamou de imediato a atenção dos arqueólogos.

Por um lado, o ferro era muito raramente usado no Antigo Egito. Por outro, o seu aspeto era estranhamente homogêneo, e não havia sinal de ferrugem, como se seria de esperar num objeto de ferro que tinha estado mais de cinco milênios no túmulo, junto da múmia do faraó.

Durante décadas, especulou-se sobre a natureza do metal, colocando-se a certa altura a hipótese da sua origem espacial. Ela foi agora, justamente, confirmada no estudo publicado na revista científica Meteoritics & Planetary Science pela equipa coordenada por Daniela Cornelli, do Politécnico de Milão.

Os autores concluem que, dada a raridade do uso deste material no Antigo Egito - além deste, apenas um outro artefacto cerimonial encontrado num túmulo da mesma época, em Gizé, é feito de material meteorítico -, "o Antigo Egito atribuía um alto valor ao ferro dos meteoritos para a produção de objetos ornamentais ou cerimoniais de grande requinte, até ao século 14 a.C", como escrevem no artigo. "A alta qualidade da manufatura da lâmina da adaga de Tutankhamon demonstra uma capacidade precoce e bem sucedida de trabalhar o ferro nessa época [naquela região] ", concluem os autores.

Fonte: www.dn.pt

Já curtiu nossa página no Facebook? www.facebook.com/casaegipcia

 

Categoria: Egito

Menina Encontra Amuleto Egípcio em Jerusalém

Publicado por Casa Egipcia em 20/04/2016 às 21h01

egito jerusalém amuleto faraó

Neshama Spielman,12, descobriu o amuleto comn ome do Tutmés 3º quando tinha 8 anos

Menina encontra amuleto egípcio da época dos faraós em Jerusalém

Arqueólogos anunciaram que um artefato encontrado por uma menina de 12 anos em uma região de sítios arqueológicos em Jerusalém (Israel) tem mais de 3.200 anos e seria da era dos faraós. As informações são da Associated Press. 

Neshama Spielman descobriu o amuleto em formato de pingente e com o nome do Tutmés 3º aos oito anos, enquanto participava com a sua família do projeto Temple Mount Sifting, que busca artefatos arqueológicos peneirando terra de locais onde há templos bíblicos.

A descoberta foi feita na Cidade de Davi, mais antiga região habitada de Jerusalém e, por isso, um dos principais sítios arqueológicos do país. Mais de 170 mil voluntários colaboram com o projeto, que teve início em 2004.

egito jerusalém amuleto faraó reliquia

A descoberta foi feita na Cidade de Davi, região habitada mais antiga de Jerusalém.

Um funcionário da Fundação Cidade de Davi, entidade que apoia o projeto Temple Mount Sifting, Zeev Orenstein, explicou que determinar a proveniência e a importância de achados arqueológicos pode levar anos.

O anúncio acontece dias antes de os judeus celebrarem a Páscoa, data que celebra a liberdade ante o jugo dos egípcios.

A menina disse à agência Associated Press ter ficado feliz em saber o significado do objeto que encontrou há quatro anos. "Celebrar a Páscoa este ano vai ter um significado extra para mim", contou. 

 

Fonte: uol

Categoria: Egito

Oito milhões de múmias de cães foram encontradas no Egito

Publicado por Casa Egipcia em 10/04/2016 às 17h05

A descoberta arqueológica foi realizada nas proximidades do templo de Anúbis

Egito mumias múmias cachorro anubis

 

Escavações feitas no Egito estão revelando cada vez mais surpresas incríveis da época dos faraós. Desta vez, arqueólogos da Universidade de Cardiff, da Inglaterra, descobriram nada menos que 8 milhões de múmias de cachorros numa região próxima ao famoso templo de Anúbis, que fica em Saqqara, a 30 km ao sul da capital egípcia, Cairo.

As tumbas continham animais de diferentes idades, de filhotes, com poucas horas de vida, a animais adultos. Segundo os especialistas, os cães teriam sido criados para servirem de sacrifício aos deuses. Por isso, eles foram encontrados mumificados. Além de estarem em péssimo estado de conservação, muitos deles, ou partes do corpo, foram roubados por ladrões de tumbas.

"Seria muito difícil encontrar múmias inteiras e em bom estado. O que encontramos eram restos de animais mumificados", diz o arqueólogo Paul Nicholson, professor da Universidade de Cardiff e líder da pesquisa, em entrevista à rede de TV americana CNN. O achado foi publicado na revista científica Antiquity, e acredita-se que seja datado de 664 a 322 a.C.

O local em que as múmias de cães foram encontradas já era conhecido e foi descoberto em 1897. Porém, apenas a partir de 2011 os cientistas passaram a escavar os túneis que compõem as catacumbas, e a documentar os achados. Além de cachorros, os arqueólogos também encontraram outras espécies mumificadas, como raposas, falcões e gatos (que eram considerados sagrados pelos antigos egípcios).

Confira algumas imagens do importante achado no Egito:

múmias de cães foram encontradas no Egito

múmias de cães foram encontradas no Egito

múmias de cães foram encontradas no Egito

múmias de cães foram encontradas no Egito

Categoria: Egito

Túmulos encontrados no Egito reforçam ideia de cidade perdida

Publicado por Casa Egipcia em 10/04/2016 às 16h49

egito casa egipcia árabe faraó

Quarenta e dois túmulos escavados na rocha e um santuário decorado com um disco solar alado foram encontrados ao longo das margens do rio Nilo, no Egito. A descoberta desta necrópole, o cemitério de homens, mulheres e crianças, prova que Gebel el-Silsila, no Alto Egito, não era apenas uma pedreira para templos e tumbas do reino; foi também um centro populacional movimentado, de acordo com a equipe de arqueólogos que descobriu as estruturas.

“Este era realmente um grande centro de comércio, culto e possivelmente atividade política”, presume John Ward, diretor-assistente do Gebel el Silsila Survey Project.

Um grande mistério envolve os novos túmulos, no entanto. Onde está a cidade perdida de Silsila? Até agora, os arqueólogos descobriram túmulos, a pedreira, um templo e monumentos de pedra chamados estelas. Mas eles não encontraram uma cidade ou vila onde as pessoas que usaram essas estruturas teriam vivido.

Sepulturas inundadas

Acreditava-se inicialmente que Silsila era uma espécie de campo de trabalho no Egito, onde a atividade predominante eram pedreiras de arenito. A diretora da missão, Maria Nilsson, Ward e seus colegas têm começado a descobrir muito mais do que isso no local, no entanto. No início deste ano, por exemplo, eles anunciaram a descoberta de seis estátuas datadas de 3.500 anos que representavam as famílias da elite.

No dia 30 de março, Ward, Nilsson e o Setor de Antiguidades Egípcias Antigas anunciaram a descoberta dos novos túmulos. Eles datam da 18ª e da 19ª dinastia, um período de tempo que vai de cerca de 1543 aC a cerca de 1189 aC, que inclui faraós famosos como Hapshetsut.

Os arqueólogos sabiam que aberturas na rocha estavam presentes nas ribanceiras do Nilo presentes no sítio, afirmou Ward para o site Live Science. Mas o rio foi corroendo os exteriores de arenito, danificando as estruturas. O grupo de arqueólogos lançou um projeto para limpar três das aberturas, tanto para descobrir o que havia dentro delas quanto para ver se eles poderiam retardar a erosão.

Eles descobriram que os túmulos foram preenchidos com lodo do Nilo, indicando que tinham sido inundados antes das primeiras barragens no rio serem construídas em 1800. Este lodo estava agindo como uma “esponja” para drenar água do rio, piorando o dano de erosão.

“Uma vez que nós começamos a limpar esta lodo do Nilo, pudemos ver que a superfície de arenito propriamente dita estava começando a secar”, explica ele.

egito egipcio egipcia árabe faró

A primeira tumba, que já estava limpa de lodo, acabou por não ser um túmulo, mas um santuário de dois quartos. Enquanto o quarto exterior tinha vista para o Nilo para o oeste, o quarto interior, que já teve um piso ligeiramente elevado, foi danificado pela água, disse Ward. Apesar dos danos, uma pedra esculpida que mostra um disco solar com asas – um símbolo de poder e proteção – ainda é visível, conta ele.

A segunda tumba é um túmulo real, com escadas que levam para baixo em uma câmara de corte áspero sem pintura ou qualquer desenho interior. O espaço é tão pequeno que os trabalhadores têm de se ajoelhar para caber dentro, em vez de ficar de pé. Muitos ossos humanos foram encontrados misturados lá dentro, o que provavelmente foi causado pelas águas do Nilo. Os túmulos também foram saqueados em algum momento na antiguidade. Ainda assim, eles continham muitas peças de cerâmica, tais como jarras de cerveja, pratos de oferendas e tigelas e frascos de armazenamento – todas mercadorias funerárias que eram usadas ​​em túmulos egípcios antigos.

Pessoas de status

Os outros dois túmulos que foram limpos, o 14 e o 15, também foram saqueados, mas ambos continham criptas esculpidas no chão. A cripta na tumba 15 ainda mantém metade da sua cobertura, disse Ward. O mais intrigante é que os arqueólogos encontraram um amuleto de escaravelho que carrega o nome do faraó da 18ª dinastia Tutmés III e um selo com uma cartela (um símbolo oval em torno de um nome real), o que reforça a teoria de que Silsila era mais do que apenas um acampamento para escavadores de pedreiras. Esses artefatos sugerem que as pessoas enterradas nos túmulos eram de uma classe social mais alta do que trabalhadores, sugere Ward.

Egito egípcia egípcio árabe faraó tumba descobertas

Cada um dos túmulos documentados tem uma porta com entalhes esculpidos nos umbrais que poderiam ser de uma ponte levadiça de pedra, que, por sua vez, poderia ser erguida ou abaixada para novos enterros.

“Estes são túmulos de família”, disse Ward. Os fechamentos da ponte teriam mantido para fora enchentes e animais selvagens, embora talvez não de forma permanente. Na tumba 14, os arqueólogos encontraram escudetes de crocodilo – as saliências irregulares e triangulares vistas nas costas dos animais. Não é certo se um crocodilo conseguiu entrar no túmulo, Ward disse, ou se os escudetes fluíram para dentro com as águas do Nilo.

egito egipcio egipcia árabe

Os membros da equipe planejam escavar mais túmulos na próxima temporada no Egito, e esperam encontrar restos ou nomes dos ocupantes dos túmulos. Eles também estão continuando a pesquisa na esperança de resolver o maior mistério em torno de Silsila: onde ficava a cidade, ou vila, para a qual esta necrópole servia?

“Estamos muito animados, para dizer o mínimo”, disse Ward.

Fonte livescience

Categoria: Egito

Exposição sobre a cultura egípcia chega a Natal

Publicado por Casa Egipcia em 10/03/2016 às 17h20

Mostra segue na capital potiguar até o dia 26 de maio. São 250 réplicas no acervo do Museu Egípcio Itinerante

Depois de passar pelos Estados Unidos, Alemanha e Japão, uma exposição sobre o Egito chegou a Natal. A mostra reúne artefatos da terra dos deuses e faraós. O Museu Egípcio Itinerante está instalado em um shopping da capital potiguar e conta a história da antiga civilização.

A mostra conta com réplicas fiéis de estátuas e esculturas expostas em museus internacionais. O sarcófago, por exemplo, é uma réplica do túmulo egípcio, datado de 2.100 anos antes de Cristo. Também estão expostas réplicas de pinturas feitas em papiros, o primeiro papel usado na história humana. "Tem um impacto visual bem semelhante aos originais", descreveu o estudante Edvan Bezerra.

As esculturas são obras do egípcio Essam Battal, que é artista plástico. "É uma exposição que mostra um pouco do Egito Antigo através de suas pinturas", explicou. Através dos traços e cores, as representações da cultura, religião, política e economia egípcia ajudam a entender um pouco mais sobre o lugar.

O museu tem um acervo formado por 250 réplicas. A exposição fica na capital potiguar até o dia 26 de maio.

Serviço:
Museu Egípcio Itinerante
Endereço: Natal Shopping, na Zona Sul de Natal
Entrada: R$ 10

Fonte: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2016/03/exposicao-sobre-cultura-egipcia-chega-natal.html

Categoria: Egito

Egito começa a restaurar máscara danificada de Tutancâmon

Publicado por Casa Egípcia em 11/10/2015 às 01h29

Alemão especializado em conservação foi contratado para dirigir equipe.  A Máscara sofreu dano e funcionários colaram a barba com cola inadequada.

egito tutancamon egípcio árabe egípcia

Egito iniciou neste sábado (10) a reparação da famosa máscara funerária de Tutancâmon, danificada por uma restauração recente que deixou restos de cola nesta joia arqueológica de 3.300 anos de antiguidade.

Em agosto de 2014, durante as obras realizadas no dispositivo de iluminação do museu do Cairo, a máscara de ouro maciço foi danificada e a barba se desprendeu.

Os funcionários do museu utilizaram uma cola epóxi para colocá-la no lugar, mas deixaram restos do produto na barba simbólica do jovem faraó.

"A máscara de Tutancâmon foi transferida da sala de exposição a outra sala do museu, transformada agora em laboratório para sua restauração", explicou à AFP a porta-voz do ministério de Antiguidades, Mushira Musa.

A porta-voz disse que um alemão especializado na conservação de objetos arqueológicos metálicos e de vidro, Christian Eckmann, estava dirigindo os trabalhos.

Falecido aos 19 anos, em 1.324 a.C, depois de um reinado de nove anos, Tutancâmon é atualmente um dos faraós mais famosos do antigo Egito.

Fonte: G1

Categoria: Egito

Cairo

Publicado por Casa Egípcia em 21/09/2015 às 17h00

cairo pirâmides egito casa egipcia egípcio árabe

Quando você dirige pelas ruas de Cairo, você consegue ver as Pirâmides ao fundo da cidade, o que gera uma incrível paisagem!!

Cairo é a capital do Egito e da província homônima. É a maior cidade do mundo árabe e da África.

Tem uma área de453 km².

O clima do Cairo é árido, com verões muito quentes e invernos amenos. A época mais suave estende-se entre os meses de novembro até março, quando as temperaturas máximas oscilam entre os 23 e 24 °C durante o dia. 

A cidade é, geralmente, muito seca e as chuvas são escassas. Nos meses de inverno podem ocorrer precipitações ocasionais. Mais comuns são as denominadas jamsin, tempestades de areia, que são habituais nos meses mais quentes.

A cidade conta com cerca de 7 947 121 habitantes, fazendo do Cairo a 13.ª metrópole mais povoada do mundo. É, também, a área metropolitana mais povoada de todo o continente africano. É conhecida pelos egípcios como a "mãe de todas as cidades" e a "cidade dos mil minaretes".

Cairo está localizado nas margens e ilhas do rio Nilo, ao sul do delta. Ao sudoeste se encontra a cidade de Giza e suas monumentais pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos e a grande esfinge.

Um pouco mais distante estão outras importantes pirâmides, em Dashur (40 km distante) e Saqqara (30 km), consideradas os protótipos de suas irmãs maiores. Conhecê-las é um passeio agradável e bastante educativo.

Uma das melhores atrações da cidade é o Museu do Cairo, que mereceria um trabalho de arqueologia por si só, tal é a confusão como suas preciosidades são exibidas. Pobres múmias estão expostas por todos os cantos, mas estátuas de grandes faraós como Amenhotep III, Ramsés II e Akhenaton enchem os olhos, preparando-nos para o grande destaque da mostra, os tesouros do rei-menino Tutankhamon.

Apesar de tanta história absorver seu tempo na capital, não deixe de visitar monumentos da cidade islâmica, como a Citadela de Saladino, onde há excelentes demonstrações de dançarinos sufi, e belas mesquitas, como a de Al-Azhar. Isso, sem falar do imenso mercado de Khan-El-Khakili, um divertido labirinto onde quinquilharias e preciosidades o aguardam para uma intensa negociação.

O Cairo possui opções hoteleiras dos mais variados níveis, assim como o são seus restaurantes. Circular pela cidade pode ser enervante, mas não é tecnicamente difícil. Táxis compartilhados e o metrô são as melhores opções para aqueles que não estão em excursões organizadas.

A melhor forma de circular pelo Cairo é com seu sistema de metrô. O sistema é limitado e bastante congestionado, mas é muito barato e chega a vários pontos importantes. Combinado a um táxi, outra forma barata de viajar, é a melhor forma de chegar às pirâmides, por exemplo. Os táxis são razoavelmente baratos, mas sempre insista no uso do taxímetro (se ele existir). Alguns motoristas praticam ainda o uso compartilhado (só partem quando o carro fica cheio). Passeios a pé podem ser um tanto confusos, já que não há muitos faróis nos cruzamentos e, assim, até mesmo cruzar uma grande avenida pode ser um sacrifício. No entanto, faz parte da experiência.

O Centro da cidade é o lugar mais conveniente para se hospedar. A área é bem servida por sistemas de transportes, bancos, supermercados, casas de câmbio, restaurantes e algumas atrações. Boa parte dos estabelecimentos é bem simples e possui uma manutenção sofrível, mas os preços são atraentes. Os hotéis de luxo estão repletos de jornalistas, diplomatas e homens de negócio e possuem boa infraestrutura, inclusive disputados restaurantes e bares. Há alguns bons estabelecimentos também em Zamalek e no Cairo Islâmico, incluindo cinco estrelas de bandeiras internacionais. Alguns dos melhores têm belas vistas do rio Nilo.

O Cairo possui uma vasta gama de restaurantes. Mesmo os mais simples oferecem boa comida, muito autêntica, com preços bem razoáveis. Para os desconfiados, há sempre a opção de ir a lanchonetes de bandeiras como McDonald's e Pizza Hut, mas vale a pena explorar algumas pequenas casas. Pratos típicos como kaftas, hamam (pombo) e arroz com aletria, além de vários bons cozidos de carne e legumes, estão sempre presentes nos cardápios. Boa parte dos pratos daqui são bem conhecidos dos brasileiros, acostumados com as especialidades libanesas, mas possuem um toque bem distinto, bem saudável.

Bares e casas de chá e café são bons lugares para frequentar e experimentar um narguilé, mas nem todos aceitam mulheres. As docerias são excelentes e possuem vários quitutes.

Categoria: Egito

left show tsN fwR bsd c15nwse b02s|left tsN fwR bsd b02s c15sw|left fwR bsd b02s c15e show|c05||image-wrap|news fwB tsN fwR tsY b01 c05 bsd|normalcase fsN fwR b01 bsd c05|b01 c05 bsd|news login normalcase fwR b01 c05 bsd|b01 bsd fsN normalcase tsN fwR c05|b01 normalcase c05 bsd|content-inner||