Egito

Egito Tem Táxis só para mulheres

Publicado por Casa Egipcia em 19/09/2015 às 22h11

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“Só para senhoras!” é o que poderia estar escrito nos veículos ao serviço de uma companhia de táxis inovadora no Egito: a Pink Taxi. Estes carros cor-de-rosa são conduzidos por mulheres, vestidas a rigor com os tons da empresa, e são para uma clientela exclusivamente feminina.

“As ideias novas inspiram-se nas necessidades da sociedade e no Egito precisamos de um transporte seguro para as egípcias. Na verdade, para as egípcias e não só, para as mulheres árabes, para todas as mulheres” – afirma Reem Fawzy, diretora da Pink Taxi.

O assédio sexual é um problema grave no país. Em junho do ano passado o governo aprovou uma lei que sanciona os assediadores com penas mínimas de seis meses de prisão ou 3 mil libras egípcias.

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As motoristas recebem uma formação específica para este trabalho. As candidatas têm de ter um diploma de estudos secundários e falar inglês ou outra língua além do árabe.

“É íntimo e seguro. A passageira não está ansiosa como estaria se estivesse com um homem, ou se apanhasse um táxi durante a noite. Ter uma mulher ao volante é tranquilizador para a cliente” – explica Mervat Al-Badry, motorista da Pink Taxi.

“É uma ideia inovadora que me agrada bastante. Sinto que as mulheres decidiram tomar o seu destino entre mãos. É claro que a sociedade egípcia vai sempre rejeitar as ideias novas e não vai compreender iniciativas como esta. Mas creio que se vai habituar e estou certa que o táxi cor-de-rosa vai vingar” – confia uma cliente.

Para evitar problemas as clientes têm de se inscrever na companhia e enviar uma cópia do bilhete de identidade para utilizar o serviço. Um pequeno passo burocrático para uma viagem cor-de-rosa. Confira:

 

Fonte: http://robertlobato.com.br/

Categoria: Egito

Milionário Egípcio Deseja Comprar uma Ilha para os Refugiados

Publicado por Casa Egipcia em 04/09/2015 às 22h07

O magnata das comunicações disse em entrevista à televisão local que contatará os governos grego e italiano para abordar este plano

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O multimilionário egípcio Naguib Sawiris se ofereceu para comprar uma ilha em águas da Grécia ou da Itália para acomodar os milhares de migrantes que fogem da Síria ou de outros conflitos. O magnata das comunicações anunciou a iniciativa no Twitter. "Grécia ou Itália, me vendam uma ilha, declararei sua independência, abrigarei lá imigrantes e proporcionarei trabalho na construção do novo país", acrescentou.

Sawiris disse, em entrevista à televisão local, que contatará os governos grego e italiano para abordar este plano. "Há dezenas de ilhas desertas onde podem caber milhares de refugiados", afirmou ainda, acrescentando que uma ilha grega ou italiana deve custar entre 10 e 100 milhões de dólares. Também admitiu que a ideia poderá enfrentar obstáculos de ordem jurídica.

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Segundo ele, no início haveria abrigos temporários, mas depois seriam criados empregos para construir casas, escolas e hospitais. "E, se as coisas melhorarem, se eles desejarem voltar a seus países de origem, podem voltar", explicou Sawiris, cuja família é proprietária do famoso balneário El Gouna, no litoral do Mar Vermelho egípcio.

Sawiris é presidente da operadora de telecomunicações Orascom TMT e de um canal de televisão egípcio.

Mais de 2.300 pessoas morreram no mar tentando alcançar a Europa desde janeiro.

Fonte: ISTOÉ

Categoria: Egito

Tumba da rainha Nefertiti pode ter sido encontrada no Egito

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 20/08/2015 às 17h36

Nefertiti - Casa Egipcia

Busto da rainha egípcia Nefertiti em exposição no Museu Neues em Berlim (Alemanha)

 

Restos mortais de uma das rainhas mais famosos do império podem estar guardados na câmera mortuária de Tutankhamon.

Há uma nova tese científica que está a deixar os arqueólogos em êxtase: pode ter sido descoberto o misterioso túmulo da rainha egípcia, de beleza lendária, Nefertiti. E os contornos da potencial descoberta são igualmente incríveis: o túmulo pode estar escondido dentro do monumento funerário do lendário Tutankhamon, que lhe sucedeu no trono do Egito. 

Nefertiti, cujo nome significa “a mais bela chegou”, foi rainha do Egito pelo ano 1300 a.C. Governou em conjunto com o seu marido, o faraó Amenófis IV (também conhecido pelo nome de Akhenaton) durante a XVIII dinastia do Antigo Egito. Alguns especialistas defendem que Nefertiti e o faraó teriam introduzido o monoteísmo no Egito, com o culto único do Deus Sol – Aten –, sendo, contudo, apenas acessível a alguns cidadãos.

A investigação começou no ano passado, quando uma equipa de especialistas espanhóis de preservação e arte, a Factum Arte, se deslocou ao túmulo de Tutankhamon para produzir scans detalhados da cripta, localizada no Vale dos Reis – um vale a oeste do Rio Nilo onde foram construídas, durante quase 500 anos, câmaras funerárias para vários faraós e membros da nobreza egípcia do Império Novo (da XVIII até à XX dinastia).

Enquanto analisava as imagens, Nicholas Reeves descobriu o que pensa tratar-se de duas entradas para compartimentos ainda não explorados, dentro do túmulo. “Tenho estado a testar as provas desde então, procurando indícios do que aquilo que pensei que estava a ver”, contou o arqueólogo da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, à BBC. “Mas quanto mais olhava, mais informação encontrava de que parecia estar a ver algo bastante real”.

Tutankhamon, também conhecido por rei Tut, foi uma das figuras mais mediáticas da história do Antigo Egito. Filho de Akhenaton (marido de Nefertiti) nasceu em 1371 a.C. e faleceu com apenas 19 anos, em 1331 a.C. O seu reinado durou apenas cerca de 10 anos e iniciou-se quando ainda era criança, com 8 ou 9 anos. Foi rei numa altura em que o Egito atravessava a passagem caótica para o monoteísmo, e apesar de na altura não ter tido um impacto muito significativo, é uma figura fulcral para a compreensão atual do funcionamento do Antigo Egito, já que o monumento onde estava sepultado estava quase intacto dos salteadores de artefactos.

Em 1922, o arqueólogo inglês Howard Carter descobriu o seu túmulo. Surpreendentemente intocado, este monumento funerário tinha uma característica intrigante para muitos arqueólogos: as suas dimensões eram bastante reduzidas em relação ao de outros reis egípcios. Algumas teorias sugerem que tal se devia ao facto de Tut ter falecido quando tinha apenas 19 anos, mas não existe confirmação científica para essa hipótese.

Agora, Nicholas Reeves pode ter a chave para o mistério da pequena câmara funerária de Tut: no seu artigo, escreve que existem pistas “cumulativas e convincentes” de que o monumento funerário de Tutankhamon é maior do que se pensa e que o seu design corresponde à cripta – não de um rei – mas de uma rainha.

“Apenas uma regente feminina do final da Oitava Dinastia terá recebido tal honra [de ter um túmulo]: Nefertiti. E não é por acaso, portanto, que a imagem de Nefertiti pode ser vista numa decoração colocada na parede norte”, escreve Nicholas Reeves na publicação científica.

“Se estiver errado, estou errado”, disse o arqueólogo à BBC. “Mas se estiver correto, as perspetivas são francamente impressionantes. O mundo irá tornar-se num lugar muito mais interessante – pelo menos para os egiptólogos”.

Fonte: http://observador.pt/

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Nefertiti, a mais linda chegou!

Publicado por Casa Egipcia em 07/06/2015 às 20h19

Nascida no ano de 1380 a.C., Nefertiti, cujo nome significa ‘a mais linda chegou’, foi uma rainha egípcia da XVIII dinastia que se tornou notável por ser a esposa do faraó Amenhotep IV, conhecido como Akhenaton, responsável por substituir o culto politeísta pela reverência a um deus único, o rei-sol Aton.


Nefertiti, a mais linda chegou by Escolaonlinesp

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Arte Egípcia

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 24/10/2014 às 14h47

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Maquiagem no Egito Antigo

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 22/10/2014 às 15h17

História da Maquiagem no Egito Antigo

Inúmeros frascos encontrados nas tumbas egípcias demonstram que os antigos egípcios já manipulavam com maestria pigmentos das cores branca, vermelha, amarela, azul, verde e preta que datam de cerca de 2500 a.C.

A composição dos produtos encontrados continha cobre, manganês, chumbo e ferro. A galena natural moída (um dos principais minerais de chumbo) também estava presente em quase todas as preparações das maquiagens de cor preta.O acréscimo de pós brancos ou sintéticos, como a cerusita, permitia aos egípcios criar uma gama de produtos que ia dos mais diversos tons de cinza ao preto. A textura destes produtos podia ser modificada com a adição de elementos oleosos. Os pós verdes e pretos usados durante os rituais egípcios serviam para tratar a pele dos sacerdotes.

As maquiagens egípcias também estavam associadas ao culto de deuses: amplamente presentes na lista das oferendas funerárias, elas contribuíam para a realização dos rituais que tinham como finalidade preservar os deuses da morte e ressuscitar os defuntos. Este contexto religioso provavelmente levou os egípcios a trabalharem o conteúdo dos cosméticos para transformá-los em verdadeiros medicamentos. Diversos sacerdotes ligados ao culto de Douaou, divindade venerada no Antigo Império, também eram oftalmologistas.

Fonte de embelezamento, elas também possuíam um valor terapêutico e as maquiagens do Antigo Império eram verdadeiros tratamentos para os olhos e a pele. 

Nos rituais de embalsamento, as maquiagens possuíam uma ação profilática e terapêutica e contribuíam para a realização do ritual de abertura da boca e dos olhos. 

Papiros médicos prescreviam receitas destinadas ao tratamento de doenças das pálpebras, da íris e da córnea. Misturas compostas de malaquita verde, galena preta, ocre vermelho, lápis lazuli azul eram aplicadas nas pálpebras como colírios.

Pós de cor preta eram feitos à base de chumbo e algumas vezes compostos a partir de óxidos de magnésio ou compostos de antimônio.

Ainda hoje a galena está presente na composição dos Kohls empregados no Oriente e na África. As pesquisas permitem atestar que os egípcios sintetizavam alguns produtos e incorporavam propriedades terapêuticas em suas preparações.

O Kohl, era uma sombra escura que era aplicada em torno do olho e proporcionava um olhar profundo aos Egípcios. Esse produto também tratava as infecções oculares através da presença de chumbo. 

A Linguagem da Maquiagem no Egito Antigo

A aparência era um elemento essencial no Egito antigo e a cor desempenhava um papel particularmente importante pois era considerada como um ser vivo: o termo ‘youn’ significava ao mesmo tempo “cor” e “o caráter de um ser humano”.

É interessante constatar que todos os Egípcios se maquiavam (homens, mulheres, crianças) de todas as classes e funções e a análise química das maquiagens encontradas nos monumentos funerários provou que este povo já possuía um grande domínio da cosmética.

A maquiagem egípcia era refinada: as formas (traços ou sombreamentos), as matérias (opacas ou cintilantes) e as cores variavam de acordo com as épocas.

Cores Predominantes: o preto e o verde

A paleta das cores do Egito antigo era amplamente colorida, mas sempre estruturada por um componente simbólico forte: 
a cor preta e a verde eram as bases sucessivas da maquiagem.

Cor da natureza, da juventude e do renascimento, o verde é a cor de Osíris, deus da terra, que foi  representado diversas vezes com o rosto verde.
A maquiagem verde, feita à base de malaquita, subsistiu até a quarta dinastia e desapareceu dando lugar à maquiagem preta, feita com galena. 

O preto é uma cor que está estreitamente ligada ao Egito. O antigo nome do país ‘KEMET’: a terra negra, vem da palavra ‘km’: ‘preto’, e ‘kmb’ significa ‘os egípcios’. O nome vem do lodo preto, muito fértil, originário do Nilo. Simboliza, na cultura egípcia faraônica, a vida, a fecundidade, o renascimento, a renovação, valores personificados pelas divindades de pele negra e pelos olhos prolongados com uma ‘gota’ do deus de céu e espírito de luz, Hórus, representado por uma cabeça de falcão (animal que possui os olhos naturalmente contornados com a cor preta e uma acuidade visual incomparável).
O olho negro de Hórus é o símbolo da integridade física, da abundância e da fertilidade, da luz e do conhecimento.
Se as maquiagens verdes e pretas predominavam, os Egípcios utilizavam também toda gama de cinzas, graças a pigmentos variados como a cerusita natural que permitia a obtenção de um pó branco que era misturado à galena negra. Outras cores também foram observadas, principalmente a azul e a cor amarela (que não possuía um nome específico no antigo Egito), mas era representada pelo dourado, o ouro, e que era a cor associada à pele dos deuses, às máscaras funerárias e à imortalidade.

cleopatra - egito

ramses - egito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: boudoirdamaquiagem.blogspot.com.br



Categoria: Egito

Veja o Egito Antigo no Google Street View

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 13/10/2014 às 11h19

O Google Street View agora permite que usuários explorem o Egito antigo através do computador.

Estão no catálogo do Google Maps monumentos históricos como a Pirâmide de Quéops e a Esfinge de Gizé.

Conheça os monumentos em fotos 360º.

http://www.techtudo.com.br/noticias

Categoria: Egito

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