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Dança do Ventre Não é Só para Mulheres

Publicado por Casa Egipcia em 30/12/2016 às 20h52

EGITO DANÇA VENTRE DANÇARINO
Dança do ventre não é só para mulheres, defende dançarino egípcio.

 O dançarino egípcio de dança do ventre Khalil Khalil quer quebrar "o conceito errado" que liga esta dança sensual exclusivamente às mulheres e já ganhou a aceitação do público no Egito, onde se dedica de forma profissional a esta arte.

Seu segredo, conforme disse à Agência Efe em entrevista, está em saber se adaptar: "Quando você está diante de um público tem que saber com quem está e o que gosta, para não gerar rejeição, e a partir disso, começar a subir até o ponto que o que faz agrada esse público".

Nascido há 29 anos na Argentina e filho de árabes, ele se expressa com a mesma paixão com a qual se movimenta no palco, mas também com a mesma cautela, por causa de sua particular condição de dançarino do ventre.

"Como homem, no Egito sou muito cuidadoso com todos os detalhes", afirmou, antes de explicar a importância da atitude e da busca de cumplicidade com o público, especialmente nesse país, onde dança em casamentos e festas, tanto para homens como para mulheres.

Um dos detalhes que estuda sempre com extremo cuidado são seus trajes no palco, mas também sua aparência fora dele.

"Os figurinos que podem ser usados fora, talvez aqui sejam muito destapados e muito sensuais", explicou o dançarino, antes de acrescentar que é ele mesmo que desenha sua roupa, embora conte para isso com o apoio de um estilista profissional.

Para ele, o importante quando um artista sobe ao palco para distrair o público com esta dança oriental não é seu sexo, mas "a encenação".

O jovem artista lembra as dançarinas dos anos 40, 50 e 60 no Egito, como Tahia Carioca, Samia Gamal e Naywa Fouad, entre outras que não só brilharam nos palcos, como no cinema.

Mas ele destaca que a partir dos anos 70, no Cairo, começou uma progressiva marginalização desta arte, que ele atribui ao crescimento enorme experimentado pela capital com a chegada de imigrantes do Egito rural.

"A sociedade egípcia tem evoluído com o tempo. Na verdadeira época da dança, ela era muito respeitada", disse Khalil, que tem a esperança de que a sociedade conservadora atual possa reverter essa involução em algum momento.

Por enquanto, e sempre inspirado nas estrelas imortais da dança, considera que ele mesmo está contribuindo para mudar essa tendência, conseguindo que o espectador egípcio o respeite e evitando "provocar rejeição" entre seu público.

No entanto, Khalil não se refere diretamente às dificuldades que enfrentam os profissionais da dança do ventre no Egito, onde, especialmente as mulheres, são mal vistas pela sociedade e em alguns casos têm que dançar em locais onde se pratica a prostituição.

Khalil, que não evitou nenhuma pergunta, mas estudou cada uma de suas respostas, assegurou que o dançarino é uma pessoa antes de ser artista: "Você não pode pretender no palco ser um artista de alto nível, se fora do palco é outra coisa", acrescentou.

"Por isso, a elegância e a classe, e a maneira de se comunicar, vem de baixo, e quem sobe ao palco é a pessoa, não um personagem", acrescentou.

Suas coreografias seguem o ritmo marcado pela música e pela canção: "Tenho uma estrutura e uma organização", explicou, mas ao mesmo tempo, "mudança, improvisamento e o aspecto lúdico (...) para não me entediar".

Estas variações, servem para melhorar e polir seu espetáculo, que do Egito viajou para países como China, Argentina e Chile, onde diz que teve boa acolhida e cada vez ganha mais fama, graças a "saber se adaptar a cada público em cada continente", disse.

"A dança evolui com sua pessoa, ou seja, você evolui como ser humano e também evolui sua forma de se expressar e se comunicar. É um processo interno, que vem de dentro para fora", explicou Khalil.

Dedicado totalmente à dança, ele revelou que não precisa se ater a um horário ou a um plano de ensaio, mas se exercita em qualquer momento do dia, quando o corpo pede.

Além disso, o dançarino afirmou que ninguém concorre com ele nos palcos, não porque seja um dos poucos homens que se dedicam profissionalmente à dança do ventre, mas porque - segundo disse - é "completamente diferente em todos os níveis".

 

Fonte: Portal Terra

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O Maior Festival Árabe de Rua Começa esse Mês

Publicado por Casa Egipcia em 03/04/2016 às 21h09

São Paulo Ganhará o Maior Festival Árabe de Rua do Brasil a Partir de Abril

O evento acontecerá todos os sábados e domingos, das 10h às 22h, na Rua Oriente (Brás), com entrada gratuita.

Terá participação de todos os países do mundo árabe e oportunidade para brasileiros e estrangeiros com o financiamento de tendas a taxa zero para pessoas de baixa renda, pelo Projeto Machine.

A primeira edição acontecerá nos dias 23 e 24 de abril, das 10h às 22h, e segue todos os sábados e domingos durante o ano de 2016.

O festival contará, já no primeiro mês, com mais de 100 tendas que homenageará todos os países do mundo árabe, trazendo o melhor da cultura de cada país que inclui gastronomia, moda, artesanato, acessórios, lenços, tapetes, tatuagem em Henna, maquiagem Árabe (Halal), além de diversas atrações e artistas como Djs, danças folclóricas, cantores árabes e muito mais.

O público terá a oportunidade única de conhecer e se aproximar da cultura e gastronomia de países árabes como Bahein, Comores, Djibouti, Chade, Kuwait, Líbia, Mauritânia, Omã, Catar, Sudão, Iemen, Somália, Tunísia e Iraque, além dos mais conhecidos, como Líbano, Síria, Egito, Marrocos, Arábia Saudita, Jordânia, Palestina, Argélia, Emirados Árabes.

O evento está localizado na Rua Oriente, próximo a estação Brás de metrô e trem, com várias linhas de ônibus e de fácil acesso de carro pelas vias marginais Pinheiros e Tietê, Avenida do Estado, Radial Leste e próximo ao Mercadão Municipal e Zona Cerealista. 

Mais informações: www.festivalarabe.com.br

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Dança Árabe Integra Festa das Nações - 03 e 04 de Outubro

Publicado por Casa Egípcia em 03/10/2015 às 00h04

Evento da Ceagesp, na capital paulista, terá apresentações de música e dança e servirá pratos típicos de diversos países.

Pratos típicos de diversas culinárias e apresentações culturais serão os principais atrativos da 1ª Festa das Nações que será realizada no sábado (03) e no domingo (04) pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp).

Os árabes serão representados por apresentações de dança do ventre.

Representantes das cozinhas da Espanha, México, Brasil, Japão, Alemanha e Portugal levarão suas especialidades para a mesa na Ceagesp.

Os árabes ainda negociam a participação no evento com pratos típicos. Um restaurante italiano também deverá participar e representar o país europeu.

De acordo com o assessor da coordenadoria de sustentabilidade da Ceagesp e um dos organizadores do evento, Carlos José dos Santos, a Ceagesp realizou festas típicas há 15 anos e agora retoma a iniciativa. “Faz algum tempo que a Ceagesp tem a proposta de se transformar e entrar na agenda cultural e gastronômica da cidade. A Festa das Nações é a oportunidade de mostrar a cultura dos povos”, afirmou.

A Ceagesp é vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e é o maior entreposto de alimentos da América Latina. Além de ser centro de armazenagem e distribuição de alimentos, a Companhia realiza trabalhos sociais. Os recursos arrecadados com o evento serão utilizados nas oficinas de educação e formação oferecidas pela instituição, entre elas cursos de culinária, marcenaria e reciclagem. A entrada será gratuita e a Ceagesp fará a coleta de alimentos não perecíveis doados por frequentadores e vai repassá-los para entidades assistenciais.

Há, no entreposto, alguns restaurantes que já participam de eventos. Entre eles, casas que servem pratos japoneses, como o temaki, e lanches de pernil e linguiça. Alguns destes irão participar do evento. Outros são de diversos locais da cidade e também da região da Ceagesp, que fica no bairro Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo.

Além da culinária, a Festa das Nações terá apresentações culturais. Haverá um show de dança do ventre no sábado às 16h30, além de dança indiana e dança flamenca (que representa a cultura espanhola). Uma escola de samba paulistana irá representar a cultura brasileira e um um grupo japonês irá tocar taikô, instrumento de percussão similar a um tambor.

Serviço:

1ª Festa das Nações CEAGESP
Sábado (03), das 12h às 22h; e domingo (04), das 12h às 18h
Entrada franca/doação voluntária de um quilo de alimento não perecível
Entreposto Terminal São Paulo – Portão 7
Avenida Dr. Gastão Vidigal, 1.946, Vila Leopoldina, São Paulo-SP
Estacionamento: R$ 15
Mais informações: https://www.facebook.com/Festa-das-Na%C3%A7%C3%B5es-1627365404195135/timeline/

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4ª Feira Mística - Edição Av Paulista

Publicado por Casa Egípcia em 02/10/2015 às 23h56

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Produtos místicos e esotéricos - roupas, livros, pedras, mandalas, velas, incensos, perfumes, bijuterias, acessórios diversos - do Egito, Peru, Índia, Equador, África, Brasil.
Previsões a preços especiais com os principais oraculistas do país (quiromancia, cartomancia, runas, tarô, baralho cigano, borra de café etc)
Atendimentos terapêuticos
Apresentações de dança gratuitas
Palestras gratuitas
Praça de alimentação

Tudo isso com entrada gratuita, em um local charmoso, e com fácil acesso por transporte público, já que está apenas a cinco minutos do Metrô Brigadeiro e tem ponto de ônibus pertinho.

Local: Club Homs - Avenida Paulista, 735 
Data: 10 e 11 de outubro
Horário: 10h às 21h
ENTRADA GRÁTIS

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Feira Internacional de Artesanato Traz Produtos do Egito

Publicado por Casa Egícia em 02/10/2015 às 23h16

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Expoarte traz artesanato de madeira, toalhas, bijuterias, queijos, entre outros artigos.

Até dia 25 de outubro, o West Shopping, na zona oeste do Rio, recebe a Expoarte - Feira Internacional de Artesanato. A entrada é gratuita e os produtos custam a partir de R$ 10.

O evento traz mais de oito artesãos de países como Egito, Chile, Bolívia e China, além de brasileiros vindos de Minas, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Entre os artigos da feira estão as flores de madeira chilenas perfumadas (a partir de R$ 12), as semijoias bolivianas (a partir de R$ 20), os tradicionais queijos, vinhos e salames do Rio Grande do Sul (a partir de R$ 30) e as jaquetas de couro do Paraná (a partir de R$ 150).

Expoarte - Feira Internacional de Artesanato
Quando: Até dia 25 de outubro. De segunda a sábado, das 10h às 23h. Domingos e feriados, das 11h às 22h
Onde: West Shopping - Estrada do Mendanha, 555, Campo Grande
Mais informações: (21) 3178-9501/9502

Fonte: http://guia.uol.com.br/

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Novela Os Dez Mandamentos Bate Recorde de Audiência

Publicado por Casa Egípcia em 04/09/2015 às 22h28

Cenas da primeira praga do Egito levam Os Dez Mandamentos a bater novo recorde de audiência

egito pragas novela dez mandamentos

A audiência da novela Os Dez Mandamentos registrou um novo recorde com a exibição do capítulo em que Arão transforma a água em sangue, na última segunda-feira, 31 de agosto.

Dados da audiência consolidados pelo Ibope mostram que a Record teve média de 18,9 pontos de média, com picos de 21 pontos e 26% de share, um indicativo que mostra a quantidade de TVs ligadas no momento que estavam sintonizadas na emissora do bispo Edir Macedo.

Na sexta-feira anterior, 28 de agosto, a “novela bíblica” já havia conseguido um resultado positivo, com 16 pontos de média e 23% de share, mesmo com a exibição do último capítulo da novela global Babilônia.

A produção da cena contou com efeitos especiais desenvolvidos em estúdios de Hollywood, e agradou ao público, que elogiou as imagens e a direção do capítulo nas redes sociais: “Que cena foi essa da Nefertari na piscina de sangue? Arrepiado”; “Melhor parte dessa passagem bíblica, estou aguardando a fase em que Moisés divide o mar para libertar seu povo”; “A Record está de parabéns, belíssimo trabalho”; “Que incrível! Agora começou!”, foram algumas das mensagens publicadas na web, segundo informações do PurePeople.

O sucesso da Record com a novela tem causado uma verdadeira guerra de estratégia entre as emissoras. De acordo com o jornalista Lauro Jardim, a Globo tem optado por colocar sua novela das 21h00, A Regra do Jogo, no ar mais tarde, esticando o Jornal Nacional.

No entanto, a emissora do bispo Macedo está ciente da estratégia e também tem esticado os capítulos de Os Dez Mandamentos, fazendo com que a duração, que inicialmente era de uma hora, seja um pouco maior. Resultado: com a “novela bíblica” saindo do ar próximo das 22h00, a novela global das 21h00 tem entrado no ar próximo às 22h00.

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Fonte: gospelmais.com.br
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Ator egípcio Omar Sharif, morre aos 83 anos

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 11/07/2015 às 00h50

Omar Sharif, o ator egípcio conhecido por seus papéis em filmes clássicos como "Doutor Jivago" (1965), "Lawrence da Arábia" (1962) e "Funny Girl - A Garota Genial", morreu nesta sexta-feira, 11 de julho de 2015, em um hospital no Cairo, após sofrer um ataque cardíaco no Cairo. A informação foi dada por seu agente, Steve Kenis. 

Em maio deste ano havia sido anunciado que Shariff sofria de mal de Alzheimer, em um hospital especializado para pacientes com essa doença..

Com o sucesso alcançado por "Lawrence da Arábia", Sharif se tornou o primeiro ator de origem árabe a ter fama mundial e logo se tornou um artista requisitado em Hollywood. Só em 1964 ele fez três filmes, incluindo "A Voz do Sangue" e "O Rolls-Royce Amarelo", e em 1965 foi escalado por outros três, sendo um deles "Doutor Jivago", seu primeiro papel de protagonista em um filme falado em inglês, que lhe rendeu o Globo de Ouro.

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

Omar Sharif

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Universidade Promove Curso Sobre Egito Antigo

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 07/07/2015 às 22h28

FAAP promove na capital paulista ciclo de palestras com um dos maiores especialistas em arqueologia egípcia do Brasil, Antonio Brancaglion Junior.

Aulas ocorrem aos sábados, entre 9h30 e 12h, começam no dia 12 de setembro e vão até novembro deste ano.

No dia 12 de setembro, será apresentado o tema das estatuárias faraônicas. Neste dia, Brancaglion vai falar sobre o costume que os egípcios mantiveram de criar estátuas de seus deuses e reis e de render culto a elas, além das técnicas e materiais usados para produzi-las. Na aula seguinte, dia 26 de setembro, será assunto o cotidiano dos egípcios da Antiguidade, a vida nas vilas e cidades, a rotina dos camponeses, artesãos e trabalhadores em geral, e a figura do faraó.

No dia 3 de outubro, Brancaglion vai falar sobre as figuras das divindades Osíris, deus dos mortos e da regeneração, e Rê, deus-sol e fonte de vida, a crença na vida, morte e renascimento e o sentido da vida para os antigos egípcios.

No dia 7 de novembro, a última aula do curso será sobre a mumificação como técnica para preservação de corpos humanos e de animais, os diferentes tipos de múmias e pesquisas feitas no Brasil sobre animais mumificados.

De acordo com Brancaglion, esse curso, que já foi promovido na FAAP no primeiro semestre, costuma atrair estudantes da universidade e de outras, além de pessoas apaixonadas por egiptologia, estudo da cultura egípcia. “Eu gosto dos cursos de extensão, as pessoas fazem perguntas diferentes, é mais divertido”, afirma o professor. Ele, que viaja seguidamente ao Egito, costuma fazer um paralelo entre o país atual e antigo. “Existe uma certa continuidade”, afirma, citando hábitos em áreas como alimentação, língua falada e arte.

O pesquisador também se propõe a fazer, nos cursos que dá, uma desconstrução do Egito Antigo que existe no imaginário dos brasileiros em geral, muito ligado a múmias, faraós e morte. Ele afirma que em função dos filmes vistos desde crianças, as pessoas pensam o Egito como todo deserto, lembram as múmias que voltam à vida e de uma sociedade voltada para a morte. “Havia pessoas, música, dança”, afirma Brancaglion.

O palestrante é diretor do Laboratório de Egiptologia do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de professor e orientador na pós-graduação em Arqueologia na instituição de ensino e curador da coleção egípcia do Museu Nacional. Ele também dá aula de Literatura Egípcia no Departamento de Letras Orientais da Universidade de São Paulo (USP) e é pesquisador visitante do IFAO, entre outras atividades.

Esporadicamente, Brancaglion faz escavações arqueológicas no Egito com seus orientandos do mestrado e do doutorado, em um complexo de tumbas na cidade de Luxor. As viagens costumam acontecer pelo menos uma vez por ano desde 2013. Ele já morou no país árabe e é um dos organizadores de uma semana de egiptologia, que ocorre anualmente na UFRJ.

O curso na FAAP surgiu da relação que Brancaglion mantém com a universidade desde que ela promoveu uma exposição sobre o Egito com acervo do Museu do Louvre e ele fez uma curadoria científica. Desde lá, o egiptólogo dá aulas esporádicas sobre o Egito na instituição de ensino, principalmente na pós-graduação em História da Arte, e ministra cursos de extensão.

Serviço

Ciclo de Palestra sobre o Egito Antigo
Dias 12 e 26 de setembro, 3 de outubro e 7 de novembro, das 9h30 às 12h
Na FAAP – Campus São Paulo, rua Alagoas, 903 – São Paulo – SP
Preço por palestra: R$ 84 (público externo) e R$ 75,60 (aluno, ex-aluno, funcionário e professor da FAAP)
Informações e inscrições: 55 (11) 3662 7034 – nucleocultura@faap.br
Site: www.faap.br/nucleocultura/palestras/egito.asp

Fonte: Agência de Notícias Brasil-Árabe

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Letra de El Arbi ( O Árabe) - Música de Khaled

Publicado por Monica Tereza Elshenawy em 16/11/2014 às 22h59

♫   ♪   ♫   ♪  ♫   ♪   ♫  ♪  ♫  ♫   ♪   ♫   ♪  

"eu sou o árabe, filho do bosque e do faisão

minha amada me deixou,
na música da noite encontro o consolo

eu sou o árabe, filho da camela e do camelo
eu sou o árabe, filho do deserto e da areia"

♫   ♪   ♫   ♪  ♫   ♪   ♫  ♪  ♫  ♫   ♪   ♫   ♪  ♫  

 

 

 

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25 Diferentes maneiras de usar lenço

Publicado por Monica Elshenawy em 09/08/2014 às 19h27

 

em breve teremos muitos lenços do Egito!

 

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